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Pode fazer pão no frio? – fermentação na geladeira

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Finalmente chegou a época que mais gosto: o frio! Não há nada melhor do que uma xícara de café e um pão quentinho nessas estações geladas. Falando nisso, como será que massas e outros produtos fermentam no inverno? Será que é possível fazer pão em dias frios? Sim, e eu vou te explicar o porquê. O pão não deixa de crescer no frio, ele apenas leva mais tempo para alcançar o tamanho que, no calor, atinge rapidamente.

O crescimento de massas e pães depende das condições que você oferece para que os microrganismos se proliferem bastante e produzam muito gás, que se expandirá no forno e fará seu pãozinho crescer.

Fonte: Food Gracious

Além do fermento, um coadjuvante no crescimento de massas, é o glúten. Você se lembra que o glúten forma uma rede? Ela é fundamental para que os gases produzidos durante a fermentação fiquem presos na massa, garantindo seu formato e maciez.

A regra que nossas avós e mães nos ensinam é deixar o ambiente bem aquecido para que a massa cresça bastante. Esse passo é fundamental para que o fermento funcione, já que ele precisa que a temperatura ambiente esteja entre 27 ºC e 35 ºC. Por outro lado, também é possível obter bons resultados se a massa descansar na geladeira, mas é claro que isso depende da receita que você estiver seguindo. O resultado é uma fermentação que ocorre lentamente e desperta sabores mais pronunciados, com a leve acidez característica de alguns pães integrais, sabe?

Outra razão para se guardar a massa na geladeira é quando se quer uma massa menos fofa e mais crocante, como as de pizzas. Quanto menor for a temperatura, menos os microrganismos do fermento vão se proliferar, por isso eles não produzem tantos gases e a massa fica mais fina e crocante.

Um bom exemplo disso é a Pizza Brooklyn que a Dani fez no canal. A massa descansou por 24 horas na geladeira e ficou incrível!

CLIQUE AQUI para conferir o passo a passo completo!

Espero que tenham gostado, deixem nos comentários dúvidas, sugestões e opiniões!

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Onde provar os melhores sorvetes de Nova York – NY

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Seja no frio ou no calor, as sorveterias de Nova York sempre são uma ótima parada pela cidade. No verão, vamos até elas para provar os mais diferentes tipos de sorvete disponíveis nas suas vitrines; já no inverno, muitas delas passam a servir um ótimo chocolate quente. Além de tudo, ter esses endereços estratégicos para fazer pequenas paradas pela cidade é sempre interessante! Confira onde você pode ir para provar alguns dos melhores sorvetes de Nova York e outras delícias:

Sundaes and Cones

Parece uma lojinha de sorvetes à moda antiga, mas oferece mais do que apenas os sabores tradicionais. Os clássicos chocolate e baunilha são ótimos, mas a Sundaes and Cones tem também invenções mais originais para quem quiser se aventurar por sabores mais exóticos como wasabi, chá verde, milho, etc. Come certeza um dos melhores sorvetes de Nova York!

Sundaes and Cones. 95 E 10th Street. New York. Tel: +1 212 979 9398.

www.sundaesandcones.com

Foto: Time Out – foto do topo: Polkadot Passport

Il Laboratorio del Gelato

Em Lower East Side, a Il Laboratorio del Gelato tem um estilo mais gourmet. Como o próprio nome indica, ela foi criada com a ideia de se tornar uma espécie de laboratório onde chefs poderiam se reunir para desenvolver sabores novos.

Il Laboratorio del Gelato. 188 Ludlow Street. New York. Tel: +1 212 343 9922.

www.laboratoriodelgelato.com

Foto: Travel and Leisure

Chinatown Ice Cream Factory

Na Chinatown Ice Cream Factory, eles deram um toque chinês a algumas sobremesas americanas bem famosas. Isso acabou levando o lugar a ter alguns sabores de sorvetes bem exóticos, como Black Sesame e Chinese Egg Custard. O resultado foi um sucesso e transformou o local em um dos comércios mais populares de Chinatown.

Chinatown Ice Cream Factory. 65 Bayard Street. New York. Tel: +1 212 608 4170.

www.chinatownicecreamfactory.com

Foto: Ahoy New York Food Tours

OddFellows Ice Cream Co.

Com unidades no Brooklyn e em Manhattan, a OddFellows Ice Cream Co. apostou em fazer combinações bem inusitadas para criar seus sabores de sorvetes. Tudo é feito artesanalmente na própria sorveteria, o que deixa a qualidade dos seus produtos ainda melhor!

OddFellows Ice Cream Co. 175 Kent Avenue. New York. Tel: +1 347 599 0556.

www.oddfellowsnyc.com

Foto: Brandon Minto

GROM

Com várias unidades espalhadas pelo mundo, a GROM começou a conquistar consumidores na Itália e se espalhou para outros países por conta da qualidade do seu gelato. Em Nova York, você pode ter certeza de que vai encontrar um autêntico gelato italiano quando for até a GROM.

GROM. 233 Bleecker Street. New York. Tel: +1 212 206 1738.

www.grom.it

Foto: Grom

Emack & Bolio’s

A Emack & Bolio’s sempre traz novos sabores que conquistam o público, mas o que mais chama a atenção são as suas casquinhas diferentes. Algumas vêm cobertas com chocolate ou marshmallow.

Emack & Bolio’s. 1564 1st Avenue. New York. Tel:+1 212 734 0105.

www.emackandbolios.com

Foto: Yelp

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10 receitas de tortas quentes para comer no frio

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Nosso corpo sabe bem o que quer. Assim que as temperaturas baixam e o chocolate quente se torna a bebida mais frequente no nosso dia a dia, o desejo por um doce mais quentinho e com cara de aconchego toma conta, né? Não seria nenhuma surpresa, por exemplo, saber que a primeira torta quente (seja lá quando ela foi inventada) foi criada durante o inverno. E, como outono e inverno andam lado a lado, separamos as receitas de tortas mais deliciosas para serem comidas enquanto dá pra ver a fumacinha saindo do recheio! Tem torta de maçã, torta de frutas vermelhas, tortinha de banana… Todas capazes de aquecer o coração de qualquer esfomeado.

E não é porque está frio que o sorvete não entra nessa parceria. Afinal, a gente sabe que uma boa fatia de torta fica ainda melhor com a cremosidade geladinha de uma bola de sorvete ;D

TORTA NO PALITO

Massa crocante, recheio azedinho e um toque de açúcar para equilibrar os sabores. Essa tortinha, feita no palito, é um amorzinho!

Clique aqui para conferir a receita completa

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TORTA SEMI-ABERTA DE FRUTAS VERMELHAS

Essa torta é um clássico aqui em casa. Quando está no forno, a casa fica perfumada com o aroma das frutas vermelhas! Na hora de servir, não esqueça da bola de sorvete ;D

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TORTA DE FRUTAS VERMELHAS COM CHANTILLY

A diferença entre essa torta aqui e a receita acima é que o recheio é feito à parte, como uma geleia. Por cima, um chantilly bem levinho e um toque de framboesas. Ela é quase como um presente a quem tiver a sorte de prová-la.

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TARTE TATIN DE PERA

Em vez da tradicional maçã, fiz a clássica torta francesa com peras. Ficou delicada e acalentadora, perfeita para um dia frio!

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TORTA DE MAÇÃ AMERICANA

Essa maravilha dispensa elogios, né? Acho que não preciso nem lembrar que ela fica incrivelmente maravilhosa quando servida quentinha.

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TORTA ABERTA COM MORANGO E PÊSSEGO

Fiz essa galette de frutas no verão, mas ela pode ser servida quente também! O sabor ácido do morango fica equilibrado com as fatias suculentas de pêssego e a cremosidade do sorvete, companhia indispensável dessa sobremesa.

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TORTA DE PÊSSEGO DOS SONHOS

Se você gosta de crumble ou cuque, aqueles doces servidos com uma farofinha doce por cima, vai simplesmente amar essa torta!

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GALETTE INTEGRAL DE MAÇÃ – SEM GLÚTEN/LACTOSE

Essa tortinha de maçã é rápida de fazer e não tem glúten ou leite, ou seja: todo mundo pode aproveitar sem restrições!

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TORTA DE FRUTAS E FRANGIPANE

O diferencial dessa tortinha é o frangipane, um creme feito à base de amêndoas. O resultado é uma sobremesa delicada, perfumada e que vai aquecer os dias mais gelados do inverno!

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TORTINHA DE BANANA

Banana, chocolate, açúcar e canela. Tem como uma combinação dessas não ficar boa envolta em uma massinha deliciosa?

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Gostou das receitas? Clique aqui para conferir outras opções maravilhosas de tortas aqui no ICKFD!

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Chá Matcha

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Mesmo que seu consumo milenar tenha origem na China, o Matcha tornou-se uma parte importante da cultura japonesa, onde era consumido por monges budistas para ficarem calmos e, ao mesmo tempo, alertas durante as longas horas de meditação.

Apesar de ser amplamente utilizado na Ásia, o Matcha virou o ingrediente queridinho dos confeiteiros.

Feito a partir das folhas da Camellia sinensis, a mesma planta que dá origem ao chá verde e ao chá branco, o que diferencia o Matcha dos seus “irmãos” é o método de preparo de suas folhas. Durante as três últimas semanas antes da colheita, as plantas são cobertas para não ficarem expostas ao sol. Como crescem à sombra, ocorre um aumento na produção de clorofila nas folhas que estão para nascer, o que resulta em uma cor verde brilhante. Para o preparo do Matcha, somente são utilizadas as folhas nascidas nesse período. Depois de colhidas, as folhas são secas e trituradas em um moinho de pedra até ficarem com uma textura ultrafina.

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Considerado um superalimento, o Matcha é o chá de melhor qualidade nutricional que existe. Uma xícara deste chá oferece 10 vezes mais antioxidantes do que uma xícara de chá normal. Todo este poder é atribuído ao fato de que, ao invés de ser imerso na água, como ocorre com os outros chás, o pó do Matcha é dissolvido na água, fazendo com que seu poder antioxidante seja melhor absorvido pelo organismo.

O Matcha também é rico em cafeína; uma xícara dele contém quase a mesma quantidade de cafeína que uma xícara de café, servindo como um ótimo substituto para aqueles que não gostam de café mas precisam daquela ajudinha para acordar depois do almoço.

Apesar de ser uma bebida tradicionalmente utilizada em rituais budistas, sua preparação é mais simples do que parece. Basta diluir Matcha em pó na água quente (temperatura de 70 graus), misturar muito bem, e se você preferir, pode utilizar o Chasen (batedor de bambu feito especialmente para esta utilidade), e aproveitar os benefícios dessa bebida.

O seu gosto é forte; quem não está acostumado pode estranhar a princípio (na minha opinião, seu gosto lembra o espinafre). Se preferir pode adoçá-lo até se acostumar com o seu gosto peculiar.

chasen-batedor-de-cha-japones-readcereal-matcha-ickfdChasen – foto: Read Cereal

COMO UTILIZAR

Muito versátil, o consumo do Matcha não está restrito somente à forma de chá. Por apresentar uma textura superfina, pode ser facilmente adicionado a diferentes receitas, sejam elas doces ou salgadas.

O Matcha vai bem com quase tudo: smothies, sorvetes, bolos (clique aqui para conferir uma receita de bolo de rolo feita com matcha), macarons, brownies, ganaches, sopas, molho para saladas, etc. Sempre digo: use sua imaginação, o céu é o limite.

Umas das minhas formas preferidas de usar o Matcha é como cobertura para cupcakes. Simplesmente coloco na batedeira o pó com um pouco de açúcar e cream cheese, bato em velocidade média, e está pronta uma deliciosa e diferente cobertura.

bolo-cha-verde-matcha-iamafoodblog-ickfdmatcha-bolo-phoenix-legend-ickfdFontes: I am a food blog/Phoenix-legend.tumblr

COMO CONSERVAR

Para preservar suas propriedades e sua característica cor verde brilhante, é preciso armazená-lo em um recipiente bem fechado e protegido da luz.

ONDE ENCONTRAR

O Matcha pode ser encontrado em supermercados (na seção de alimentos asiáticos), em lojas de produtos naturais e também em lojas virtuais. Mas atenção na hora de comprar: como não é um chá muito barato, se encontrá-lo com preços abaixo da média, isto pode significar que ele não seja de boa qualidade, podendo conter outras substâncias misturadas na sua composição. Por isso, fique atento, sempre leia as informações contidas no rótulo.

CONTRAINDICAÇÕES

Quem tem problemas gástricos ou mesmo prisão de ventre deve evitar o consumo do Matcha, bem como crianças, hipertensos e gestantes.

foto de capa: Nutrition Stripped

História dos doces franceses

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A confeitaria francesa é tão cheia de detalhes e regras que não há uma pessoa sequer neste mundo (as generalizações são perigosas, eu sei, mas ah! O assunto em questão merece um carinho todo especial) que resista a um doce feito com tanta dedicação. Há séculos, reis, rainhas e nobres escondiam algumas das sobremesas desde post para que apenas eles pudessem desfrutar do momento único que é comer. Mas como o que é bom cai na boca do povo uma hora ou outra, aqui estamos nós, compartilhando receitas e lambendo os beiços de alegria por sempre experimentar algo diferente.

Além dos doces a seguir, existem inúmeros outros que completam a lista das criações francesas, mas escolhi contar um pouco da história desses por conta da série de receitas que a Dani fez no canal em novembro. Espero que gostem e bon appétit à tous!

sobremesas-francesas-ickfd-etsyEtsy – foto de capa: BP.Blogspot

CRÈME BRÛLÉE (lê-se crrrém brrruilê)

Dizem que a felicidade está nas coisas simples da vida e esta sobremesa comprova cada palavra dessa frase. Embora seja considerado francês, sua origem é um tanto incerta. O fato é que França, Espanha e Inglaterra disputam a honra de se vangloriar pela origem do creme de baunilha coberto por uma camada espelhada e crocante de açúcar queimado – delicado e inesquecível. Crème Brûlée, Crema Catalana e Burnt Cream são os diferentes nomes de um mesmo doce.

Quanto às evidências históricas, leva-se em consideração a primeira menção do creme, feito pelo chef francês François Massialot no livro “Le Nouveau Cuisinier Royal Et Bourgeois Ou Cuisinier Moderne”, em 1691. Quem será que teve a ideia primeiro?

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MILLE FEUILLE (lê-se míie fôie)

Cinco voltas cuidadosas numa massa recheada com manteiga, feitas cada uma a seu tempo certo de descanso entre um pincelar de farinha aqui, outro ali. As dobras feitas simetricamente vão se esticando, esticando, esticando até que a massa se torne tão fina quanto uma folha de papel. Na verdade, são muitas folhas; 729, para ser exata. O confeiteiro Antoine Carême (1784-1833), conhecido como “o chef dos reis e o rei dos chefs”, arredondou o número para mil e criou uma sobremesa que intercalava três camadas crocantes e duas de creme (simplesmente a combinação perfeita de texturas). O sucesso foi imediato.

A origem da massa folhada, porém, está mais para os lados da Grécia e Oriente Médio. Dizem que ela descende da Baklava, aquele docinho (incrível) feito com pasta de nozes, pistaches ou amêndoas, mel e massa folhada. Sinto que devemos gratidão eterna a quem quer que tenha tido a brilhante ideia de criar algo assim.

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TORTA MOUSSE DE LIMÃO COM CRÈME AU CITRON (lê-se crrrém ô citrrrôn)

O limão é muito utilizado na confeitaria francesa e, como vocês bem sabem, esse povo não resiste a um creme em qualquer preparação gastronômica, seja ela salgada ou doce. Há séculos, eles descobriram que o toque cítrico combina com açúcar e manteiga de um jeito especial. Voilà, nasceu o crème au citron. Outra paixão dos franceses são as tortas e mousses, portanto nesta receita ocorreu a união do útil ao agradável, do amanteigado ao azedinho cremoso. Que tal?

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ÉCLAIR (lê-se êclérr)

Surgiu no século XVI como uma novidade, digamos assim, às tradicionais “choux”, que costumavam ser recheadas com creme de confeiteiro e regadas com chocolate. Isso te lembra alguma coisa? Se você pensou em profiterólis, bingo! O confeiteiro Antoine Carême, o mesmo da massa folhada, inovou novamente ao dar um novo formato à patê à choux. Nasceu o éclair (conhecido assim apenas 20 anos depois da morte de Carême).

Aliás, atenção à ótima curiosidade sobre o nome, que pegou fama por conta de um slogan: “Et un bon éclair se dévore toujours en un éclair!” (E uma boa bomba se devora sempre num relâmpago!). O nome em português, de um jeito ou de outro, faz uma referência parecida. É sempre uma explosão de sabores, né? Essa, recheada de crème brûlée, então…

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MACARON (lê-se macarrôn)

Tem origem na Itália, onde os discos de merengue eram consumidos sem o recheio. Daí o nome “maccherone“, que significa “massa fina”. A responsável pela difusão desse biscoitinho divino foi a italiana Catarina de Médici, quando foi morar na França para se casar com o Duque D’Orleans, futuro rei. Tudo isso aconteceu no século XVI e a receita era mantida em segredo para que apenas a nobreza aproveitasse.

Conta a história que as primeiras francesas a produzir macarons foram as freiras do convento Saint-Sacrement. Somente após a revolução francesa, em 1789, o docinho passou a ser feito fora dos conventos. A versão final, como a gente conhece hoje, foi idealizada por Pierre Desfontaines (no século XIX), ninguém mais, ninguém menos do que o confeiteiro da famosa Ladurée, em Paris. Ele resolveu unir os dois disquinhos de merengue com recheios cremosos. Não é que deu muito certo?

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FRAISIER (lê-se frrrésiê)

Como explica a Larousse Gastronomique, o fraisier é composto de uma genoise (clássico bolo francês feito sem fermento – clique aqui para ver a receita do pavê de Sonho de Valsa que utiliza a genoise) embebida em Kirsch, bebida destilada a partir de cerejas negras. Por cima do bolo, uma quantidade generosa de creme mousseline e, como decoração, uma camada de marzipã no topo e morangos suculentos nas laterais. Quem popularizou a sobremesa foi Lenôtre, na década de 60, mas com um toque diferente; a genoise era verde, por conta do pistache. Foi batizado de Bagatelle, portanto é comum usar esse nome ao preparar um fraisier.

Nesta receita linda, a Dani optou por finalizar a sobremesa com uma camada de gelatina de morango. Que tal?

receita-dani-noce-fraisier-2

 

E aí, você já tem um preferido? Beijocas e até a próxima!

Fontes: Paradis, Vivendo em Delícias, Food Timeline, Confraria do Barão de Gourmandise, Show Gourmet