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7 dicas para a massa de torta perfeita

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Food Styling: Danielle Noce | Fotografia: Paulo Cuenca (receita completa)

Existem massas e massas, mas se tem uma coisa que todo mundo quer quando faz uma torta é que ela não desmonte completamente na hora de desenformar ou cortar. É claro que as dicas variam de acordo com a receita, afinal, existem várias maneiras de fazer uma torta e algumas nem precisam ir para o forno.

As massas podem ser de biscoito triturado, as clássicas folhadas e as variações de pâte brisée, sablée e sucrée (saiba as diferenças nesse post). Cada uma delas possui as suas peculiaridades – umas são mais crocantes, outras mais maleáveis… No entanto, algumas dicas funcionam na maior parte das receitas. Quer saber quais?

Foto: Post completo

  1. Na hora de arrumar a massa na forma, use apenas a ponta dos dedos e, se grudar, passe um pouco de farinha de trigo na pontinha.
  2. Leve a massa para descansar alguns minutos na geladeira ou no congelador antes de ir para o forno. Essa dica é ótima para firmar a massa e desenformar a torta com mais facilidade.
  3. Sempre faça furinhos com garfo na base da sua torta para liberar o vapor quando a massa for para o forno. Dessa forma o fundo não sobe muito quando estiver assando.
  4. Quando for pré-assar a massa sem o recheio, experimente cobrir a base com papel manteiga e colocar feijões crus ou bolinhas de cerâmica em seu interior. Isso também impede o crescimento da base da torta.
  5. Asse parcialmente a sua massa se ela tiver que voltar para o forno com o recheio. Isso ajuda a evitar que o fundo desmonte quando o recheio da torta é muito molhadinho.
  6. Caso o seu recheio seja bastante úmido, vale a pena impermeabilizar a massa depois que ela estiver assada e fria. Pincele manteiga, clara de ovo ou até chocolate derretido no interior da torta e espere secar antes de colocar o recheio.
  7. Caso a sua torta seja fechada, pincele uma gema na parte de cima da massa antes de colocar no forno. Essa dica ajuda a dar brilho e cor para a tampa da torta.

Foto: Receita completa

Quem aí também está louco para colocar todas as dicas em prática e preparar uma delícia dessas? Aqui no ICKFD você encontra dezenas de receitas de tortas e massas incríveis 😉

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10 dicas para um brownie perfeito

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Toda receita boa tem uns segredinhos simples, mas que fazem a diferença. Com o brownie não é diferente, viu? A sobremesa foi criada a partir de um errinho, no entanto, hoje em dia a receita já foi muito aprimorada e alguns truques e dicas deixam aquele brownie molhadinho e com a casquinha crocante ainda mais gostoso 😉

Pode não parecer, mas a receita é delicada e precisa de alguns cuidados básicos. Separei algumas dicas que com certeza vão te ajudar no preparo do brownie mais gostoso do mundo:

  • É sempre melhor usar os ingredientes em temperatura ambiente, portanto, tire a manteiga e os ovos da geladeira uns 30 minutos antes de começar o preparo.
  • Use chocolate de boa qualidade amargo ou meio amargo. Prefira as versões com 50% ou mais de cacau, porque a receita já leva bastante açúcar.
  • Derreta o chocolate em banho-maria (aprenda a fazer aqui). O ingrediente é superdelicado por isso não tenha preguiça de derretê-lo com cuidado.
  • Incorpore a farinha delicadamente apenas até que a mistura fique homogênea e nunca bata na batedeira. A massa do brownie não pode ficar pesada e bater demais vai piorar o resultado final.
  • Para realçar ainda mais o sabor do chocolate você pode usar uma pitada de sal ou um pouquinho de café. Esses dois ingredientes, se usados em pouca quantidade, não mudam o sabor da receita e só enaltecem o chocolate.
  • O tempo de forno influencia muito e por isso todo cuidado é pouco. Vale a pena usar um timer e dar uma olhadinha alguns minutinhos antes de dar o tempo sugerido na receita, porque o seu forno nem sempre está regulado perfeitamente.
  • Caso seja possível, use um termômetro para checar a real temperatura do seu forno. Como disse na dica anterior, o seu fogão pode estar desregulado.
  • A louça influencia no resultado final. Usando uma forma de metal, os seus brownies ficarão prontos mais rápidos do que se você usar um modelo de vidro. Por essa razão é sempre bom ficar de olho no forno e não deixar a sua receita passar do ponto.
  • Untar e usar papel manteiga vai facilitar muito na hora de desinformar.
  • Corte os quadradinhos depois que o brownie esfriar para que ele não quebre completamente. Lembre-se que a massa é bem molhadinha e não queremos perder isso na finalização 😉

Agora que tal colocar todas essas dicas em prática em uma receita deliciosa? Aqui no ICKFD nós temos várias versões bem gostosas:

BROWNIE DE NUTELLA

BROWNIE FIT COM BATATA DOCE

BROWNIE MOLHADINHO

BROWNIE DE NOZES COM CREME DE CARAMELO SALGADO

BROWNIE FIT DE FEIJÃO 

Como armazenar pâte a choux assada?

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Quem não ama uma bela bomba (éclair) ou um delicioso profiterole? A massa usada nessas duas receitas é um clássico francês: a pâte a choux (apenda a fazer aqui).

Sem assar, a massa dura no congelador por um mês. No entanto, se você já quer deixar tudo preparado de um dia para o outro, basta colocar a massa assada já fria e sem recheio em um pote hermeticamente fechado com sachês de sílica dentro para que não crie umidade e mantenha as massas crocantes. No dia seguinte, basta rechear a sobremesa como preferir 😉 Simples, né?

Que tal testar alguma receita com a patê a choux? Aqui no ICKFD temos algumas deliciosas:

BOMBA DE CRÈME BRÛLÉE

Receita completa

PROFITEROLE DE CHOCOLATE COM CREME DE AVELÃ CARAMELIZADA

Receita completa

FUNNEL CAKE

Receita completa

Como envasar e lacrar vidros de compota

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Foto e Food Styling: Franciele C. Oliveira (post)

O armazenamento correto de compotas e conservas não apenas permite que o alimento dure por muito mais tempo, como também pode ser uma etapa indispensável para deixar um doce mais saboroso.

Uma das dicas mais simples e práticas para lacrar e envasar vidros em casa é esterilizando-os e guardando o alimento ainda quente, sabia? Se você tem dúvidas sobre esse processo, esse post vai ajudar 😉

Esterilizar potes de vidro

  • Antes de qualquer coisa, certifique-se que os potes de vidro e as tampas estejam em boas condições (sem rachaduras ou ferrugem).
  • Lave-os bem com sabão e água quente.
  • Deixe-os escorrer de cabeça para baixo em um pano de prato limpo.
  • Em uma panela grande, coloque um pano de prato no fundo e encha de água.
  • Ferva água e coloque os potes de vidro e suas respectivas tampas de metal (submersos).
  •  Ainda com o fogo ligado, deixe as peças ferverem por 7 minutos.
  • Com a ajuda de uma pinça de cozinha, tire os potes e as tampas e deixe-os escorrer em cima de um pano limpo (de cabeça para baixo).

Conserve geleias e compotas 

  • Coloque o alimento quente nos vidros recém estilizados que também ainda estão quentes.
  • DICA: Se você estiver armazenando geleias ou caldas, vale a pena ter a ajuda de uma concha e um funil. 
  • Encha o vidro completamente e não deixe nenhuma bolha de ar no pote.
  • Limpe a boca do pote com um pano úmido e feche-o com a tampa metálica.
  • Aperte com força a tampa para manter o vácuo.
  • Deixe o pote de cabeça para baixo até esfriar e guarde-o.

Foto: Paulo Cuenca e Food Styling: Danielle Noce (post)

***

Agora, você pode reproduzir a receita do delicioso doce de abóbora em calda ou de alguma geleia incrível que já ensinamos aqui no ICKFD e armazená-los de maneira correta e segura 😉

Claras em Neve: ingredientes que dão volume/estabilidade

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A capacidade das claras se transformarem em espuma, sem dúvida, é um dos fenômenos mais incríveis e versáteis da culinária. Além de promover leveza à maioria das preparações, você sabia que existem alguns ingredientes que podem ser adicionados às claras em neve para aumentar sua estabilidade e/ou dar volume? Um deles é dica de vó e até parece que funciona, mas não é bem assim. Bateu a curiosidade? Então continue lendo!

Quando falamos sobre estabilidade, estamos nos referindo à formatação que perdura após o processo de preparação. Sabe quando você bate as claras em neve e a espuma está linda, delicada e estruturada mas, passado algum tempo, você percebe está se formando um líquido? Pois é, isso significa que algo deu errado e suas claras em neve não estavam tão estáveis assim.

Fonte: Conicillas.es

Uma característica importantíssima nesse momento é a “idade” do ovo, porque o pH e a quantidade de sólidos variam de acordo com a passagem do tempo e com a temperatura de armazenamento a qual os ovos são submetidos. Isso significa que, quanto mais frescos os ovos, mais estáveis, delicadas e incríveis ficarão as suas claras em neve.

Fonte: Doce Dieta

A importância da temperatura

É sempre melhor bater as claras quando elas estiverem em temperatura ambiente – assim, as estruturas das proteínas estarão mais flexíveis.

Nada de gordura, hein?

Gordura e claras em neve não combinam! Por isso mesmo, separamos com muito cuidado a clara das gemas, que são bem gordurosas.

Foto: Sweetapolita

Para claras mais estáveis, açúcar

Ele confere menor volume e maior estabilidade e brilho, mas deve ser adicionado aos poucos. A dica é dividir a quantidade total de açúcar em três partes e adicionar a primeira assim que as claras começarem a espumar. Depois, acrescentar a segunda parte, batendo sempre, e só quando o merengue estiver branquinho adicionar o restante.

Para claras volumosas, suco de limão

Já elementos ácidos, como os cítricos limão e laranja, conferem maior volume e menor estabilidade às claras. Quando as proteínas dos ovos estão em solução, as cargas dos compostos interagem com as suas cargas, formando ligações eletrovalentes; quanto mais neutro o pH, maior a estabilidade das claras. A adição de ácidos e bases aceleram o processo de coagulação da proteína.

Fonte: Dietecnica

Sabe aquele truque da vovó de adicionar um pouco de sal quando for bater claras em neve? Bem, na verdade ele pode não ser tão coringa assim. Isso porque o sal diminui a umidade do meio e aumenta a solubilidade das proteínas, então quando adicionamos uma quantidade maior do que uma pitada, por exemplo, ele tende a desestabilizar as claras. Aí acontece a temida precipitação, que é quando fica um pouco da clara em cima e aquela “aguinha” no fundo, uma meleca.

Quando a receita pede por um toque de sal ou de tremor tártaro, porém, pode seguir tranquilamente – o importante é respeitar as quantidades certas.

Agora ficou mais fácil preparar aquela clara em neve fofinha, não é mesmo?! I hope so!

Beijos,

Cella

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Segredos para a cheesecake perfeita

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Preparar uma cheesecake boa é para poucos. Afinal, conseguir a textura cremosa e aerada na medida certa pode ser um desafio. Mas vou te falar que, assim como todas as receitas – confiáveis, por favor -, se seguidas passo a passo e com paciência, a sua pode se transformar em símbolo de salvação e deleite gastronômico. As dicas são muitas, porém fáceis. Vamos por tópicos:

  • O ponto crucial é o começo. Certifique-se de que todos, todos os ingredientes estão em temperatura ambiente (principalmente o cream cheese, que vai ser o protagonista dessa história). Na hora de servir, a mesma coisa. A melhor cheesecake é aquela em temperatura ambiente, portanto aguarde uns 30 minutos fora da geladeira para que todos os sabores se assentem.
  • Para que a textura da massa e do recheio se diferenciem entre si e causem aquela explosão de sensações que você conhece bem ao dar a primeira garfada, é importante que você asse a massa antes. Entre 7 a 9 minutos é um bom tempo para que a crostinha se forme e você tenha a leve crocância. Mas não se esqueça de esperar esfriar totalmente antes de colocar o recheio, hein?
  • Adicione os ovos por último. Antes de acrescentar cada um, experimente batê-los em separado até que a gema se dissolva totalmente. Isso vai ajudar a incorporar mais rápido e melhor com o resto dos ingredientes. É que, se você bater demais, a cheesecake vai crescer como um suflê no forno e, quando for tirá-la, ela vai afundar e quebrar.
  • Falando em tirar do forno, o ponto da cheesecake é quando as bordas estão firminhas e, ao chacoalhar levemente a forma, o centro dança como se fosse uma gelatina.
  • Coloque-a para esfriar em um local que não esteja muito frio, porque o choque térmico não vai ser benéfico para a sua torta. Só depois de fria, leve para a geladeira para gelar
  • Enquanto a cheesecake estiver assando, NÃO abra o forno. Nem pra dar aquela espiadinha e ver se está tudo ok. Confie na vida, tudo vai dar certo (se você tiver seguido os passos, claro :P)
  • Você pode congelá-la, também. Cheesecakes duram até 2 meses no freezer! Para servir, basta deixá-la uma noite descongelando na geladeira e depois aguardar para que atinja a temperatura ambiente.

Espero que as dicas tenham sido úteis. Você tem alguma para compartilhar conosco? Escreva aqui embaixo!

Um beijo e uma ótima cheesecake pra você.

Ah, não esqueça de conferir as receitas mais especiais do ICKFD aqui!

 

Fontes: Baking.About/The Kitchnn

Como arrumar massas na forma sem grudar nos dedos

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Algumas massas de torta são mais difíceis de manusear por conta da quantidade de gordura em sua composição, como a da foto acima, feita na deliciosa receita da Torta de Morango com Arroz Doce. Outro fator capaz de dificultar aquela etapa de arrumar a massa na forma é a temperatura do ambiente – quanto mais quente estiver a sua cozinha, mais trabalhoso será para manter cada pedacinho em seu lugar.

Por isso, mantenha a massa geladinha (mas não tanto, senão ela pode ficar quebradiça) na hora de arrumá-la na forma e use apenas as pontas dos dedos para evitar que o calor das mãos amoleça ainda mais a massa.

Outro segredo é passar os dedos na farinha de trigo: isso faz com que a massa não grude e facilita o processo de formar uma camada de massa uniforme.

O mesmo vale para massas de biscoito, como o Gingerbread, que tem como característica marcante a maciez.

dica-farinha-para-facilitar-colocar-massa-na-forma-ickfd-dani-noceCLIQUE AQUI para conferir o vídeo completo da torta de morango com arroz doce

Gostou da dica? Se você tiver alguma outra para compartilhar com a gente, comente aqui embaixo!

Ah, e não esqueça de conferir aqui algumas receitas de massa infalíveis.

Caldas para molhar o bolo

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Bolo molhadinho é preferência nacional, por isso reunimos várias receitas de caldas para você pincelar cada fatia e deixar esse doce ainda mais gostoso! Lembro que minha mãe costumava regar os bolos de aniversário com a calda do pêssego enlatado e às vezes até o refrigerante entrava na dança. Vamos pra cozinha? O bolo está assando, só falta fazer a calda ;D

foto: Chelsea Kyle

CALDA BASE

O nome diz tudo. Essa calda é a base para você inventar moda com os sabores que quiser: dá pra adicionar especiarias, como cravo e canela, ou mesmo substituir a água por um suco de laranja, por exemplo.

  • 1/2 xícara de chá (100ml) de ÁGUA
  • 1/2 xícara de chá (100g) de AÇÚCAR

Preparo:

  1. Leve os ingredientes para ferver numa panelinha. Assim que ferver, está pronto. Desligue o fogo e espere esfriar para molhar o seu bolo.

CALDA DE CHOCOLATE

Como essa calda é mais escura, o ideal é que seja utilizada em bolos de chocolate para realçar o sabor da massa. Se você for pincelar algum bolo branco, corre o risco de manchar a massa.

  • 1 e 1/2 xícara de ÁGUA
  • 3 colheres de sopa de CHOCOLATE EM PÓ
  • 1 colher de sopa de AÇÚCAR

Preparo:

  1. Leve os ingredientes para ferver numa panelinha. Assim que ferver, está pronto. Desligue o fogo e espere esfriar para molhar o seu bolo.

CALDA PRESTÍGIO

Na hora de fazer um bolo de chocolate com coco, não esqueça de preparar uma calda que faça jus ao nome! Essa maravilha foi usada no bolo prestígio mais delicioso do mundo.

  • 100 ml de LEITE DE COCO
  • 3 colheres de sopa de CHOCOLATE EM PÓ

Preparo:

  1. Misture todos os ingredientes da calda em uma panelinha e leve ao fogo médio até que levante ferfura. Desligue o fogo, transfira a calda para um potinho e leve à geladeira.

CALDA DE ÁGUA DE ROSAS

Essa calda foi usada na receita da Charlotte de Frutas Vermelhas. O sabor da água de rosas com o Kirsh, uma bebida produzida a partir da destilação da cereja, faz toda a diferença.

  • 50 ml de ÁGUA
  • 67 gramas de AÇÚCAR CRISTAL
  • 15 ml (1 col. sopa) de ÁGUA DE ROSAS
  • 10 ml (1 col. sobremesa) de KIRSH

Preparo:

  1. Misture a água com o açúcar  em uma panela e leve para ferver. Assim que ferver, desligue o fogo e reserve.
  2. Quando esfriar, junte a água de rosas e o Kirsh.

CALDA DE LIMONCELLO – licor de limão siciliano

  • 1/2 xícara de ÁGUA
  • 1/3 de xícara de AÇÚCAR
  • 2 colheres de sopa de LIMONCELLO (licor de limão siciliano)

Preparo:

  1. Junte a água e o açúcar em uma panelinha e leve para ferver.
  2. Quando ferver, desligue o fogo e transfira a calda para um pote.
  3. Acrescente o Limoncello quando a mistura estiver morna.

CALDA COM QUALQUER LICOR

  • 1/3 de xícara de ÁGUA
  • 1/3 de xícara de AÇÚCAR
  • 1 colher de sopa de LICOR da sua preferência

Preparo:

  1.  Em uma panela, junte o açúcar e a água. Esquente em fogo baixo e, assim que ferver, transfira a calda para um potinho de vidro.
  2. Quando a calda esfriar, adicione o licor e guarde na geladeira até esfriar completamente.

CALDA DE CEREJA

Perfeita para dar aquele toque especial ao seu bolo de Natal ou no Floresta Negra. Essa calda com as cerejas é conhecida como Griottines e é muito popular na França. O bom mesmo é assaltar a geladeira e comer umas cerejas direto do pote ;D

  • 300 gramas de CEREJAS
  • 1 xícara de RUM
  • 1/2 xícara de KIRSH
  • 1 xícara de AÇÚCAR CRISTAL
  • 3 pedaços da CASCA DO LIMÃO SICILIANO
  • 3 CRAVOS
  • 1 pau de canela
  • 1 colher de sopa de EXTRATO DE BAUNILHA

Preparo:

  1. Misture todos os ingredientes numa panela e leve ao fogo baixo até que o açúcar se dissolva, mexendo de vez em quando.
  2. Depois que o açúcar derreter, mantenha no fogo por mais 3 minutos e desligue o fogo.
  3. Guarde num pote hermeticamente fechado por um mês na geladeira. Depois disso, pode usar.

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Leite de Vaca x Leites Vegetais nas receitas

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top up the milk

Aposto que você já viu uma receita e quis reproduzir mas ficou com receio de substituir alguns ingredientes e tudo dar errado. Acertei? Um dos mais “substituídos” nas sobremesas é o leite. Na maioria dos casos, é utilizado o leite de vaca, mas será que é possível substitui-lo por algum leite vegetal, como os de castanha, arroz e amendoim?

O resultado pode ser um pouco diferente, claro, mas isso não significa que a receita ficará ruim. A maravilha da vida é poder experimentar, não é mesmo?

Existem muitas questões acerca de leites de origem animal (vaca, cabra, búfala e ovelha) e vegetal (soja, coco, amêndoa, arroz). Afinal, os leites de origem vegetal podem ser chamados de leite? Quais as semelhanças e diferenças entre eles? Se você ficou curioso, continue comigo!

Pouring milk in the glass on the background of nature.Fotos: Nairaland / Health Wellness Colorado (topo)

Temos o costume mundial de consumir muito leite de vaca, seja puro ou em preparações. Pensando na questão nutricional, todos os leites têm seus prós e contras, porém as proteínas e cálcio do leite de origem animal são consideradas mais biodisponíveis – isso quer dizer que elas são mais facilmente absorvidas pelo nosso organismo.

Em contrapartida, o leite de vaca tem menos ferro. Existem alguns estudos realizados em universidades conceituadas defendendo que paremos de tomar tanto leite de vaca, uma vez que somos os únicos mamíferos a continuar consumindo-o depois do período da amamentação.

Embora esses estudos ainda estejam em fase de discussão, na minha opinião, tudo em excesso pode ser um problema. Sendo assim, se existem opções e a possibilidade de combinar os tipos de leite, por que não fazê-lo?

Almond milkFoto: Receitas da Net

A maior diferença entre os leites de origem vegetal e os de origem animal é a ausência de lactose (um açúcar presente no leite de vaca, que é quebrado pela lactase, uma enzima, porém algumas pessoas apresentam déficit em sua produção e acabam tendo desconfortos ao ingerir esse tipo de produto, a chamada intolerância à lactose – clique aqui para conferir um post sobre isso. Conforme vamos envelhecendo, passamos a produzir menos lactase, então é comum não se sentir bem ao tomar leite).

Além disso, existe a questão da estrutura das gorduras e proteínas nesses tipos de leite. Em questão de preparação, não são as estruturas o mais importante, mas sim as quantidades. Quando eu era bebê, eu tive uma alergia muito forte à proteína do leite de vaca e meu organismo não conseguia quebrá-la para realizar a digestão. Por isso, fiquei algum tempo sendo alimentada apenas com leite de soja. Com o passar dos anos, o leite de vaca voltou aos poucos para minha dieta e meu organismo, já mais fortalecido e maduro, foi aceitando.

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Fonte: VALSECHI, O. O leite e seus derivados. Universidade Federal de São Carlos – Centro de ciências agrárias. Tecnologia de produtos agrícolas de origem animal. Araras, 2001.

LEITES VEGETAIS

Como os leites de origem vegetal apresentam muito menos gordura e proteínas diferentes, isso influencia principalmente em nossa percepção de sabor e na textura dos alimentos. Eles podem ser usados como uma alternativa na cozinha, mas o resultado é o mesmo se comparado aos leites de origem animal? Não, mas podem resultar em pratos muito saborosos!

A parte positiva que é que esses tipos de leite são bem nutritivos, oferecem uma gama vasta de vitaminas e minerais, como potássio, selênio, cobre, zinco, manganês, magnésio e ferro, e ainda são livres de gordura saturada e colesterol.

No âmbito, principalmente dos doces, falando em cremes maravilhosos, cremosos, “baunilhudos” (como diria a Dane, rsrs), os leites vegetais tendem a ser mais ralos quando frios, mas não se engane: em geral, possuem mais amido, então talvez seja necessário reduzir a quantidade de ingredientes que gelatinizem, como o próprio amido de milho, ou as farinhas nas receitas.

leites-vegetais-substituir-receitas-ickfd-kzdanowska1FotoliaFoto: kzdanowska1Fotolia

PROTEÍNAS E GORDURAS

Voltando ao ponto das proteínas e gordura, é importante entender que existem muitos componentes no leite, sendo as proteínas e gorduras protagonistas na hora de preparar produtos à base de leite. A coagulação e desnaturação das proteínas, que são polarizadas, ocorre com batimento, aquecimento ou alteração do pH com adição de alguma substância como limão, por exemplo.

Esse processo diminui a repulsão entre as partículas, formando o coágulo, que por sua vez é insolúvel em água. Por esse motivo, adicionamos o sal fundente no caso dos queijos, com a intenção de obter um produto homogêneo e maravilhoso! Esse processo é responsável pela textura e, quando somado à emulsificação (clique aqui para conferir o post sobre o assunto) da gordura com a água, o resultado é um produto cremoso e aveludado.

Quando as quantidades desses componentes são reduzidas, você perde em textura e sabor, por isso eu digo que não fica igual com a substituição, mas é bacana educar nosso paladar para todas as possibilidades, ainda mais quando sabemos que será benéfico para nossa saúde, porque como já disse lá em cima, equilíbrio é tudo!

Além disso, você pode adicionar outras fontes de carboidrato e gordura, por exemplo, que vão te ajudar na textura, sem influenciar tanto no sabor, como batata doce, banana, algum espessante como ovos, etc. Vale lembrar que estamos falando sobre substituição de leite e não sobre ser vegano, ok?! É importante frisar que, para algumas receitas, não vai ser possível substituir 100% do leite de origem animal.

Uma boa dica é trabalhar com essas preparações em temperaturas mais baixas. Como elas tendem a ser mais frágeis, se você colocar um pouco na geladeira, fica mais fácil de manusear. Aqui no ICKFD tem várias receitas #lactosefree para você já poder se jogar nesse mundo, dá só uma olhada:

CREME DE CONFEITEIRO COM LEITE DE COCO

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CREME DE CARAMELO SEM LACTOSE

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BOLO GELADO DE COCO SEM LACTOSE

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BOLO CROCANTE DE BANANA

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SEMIFREDDO DE CHOCOLATE E CREME DE AMENDOIM

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SEQUILHOS DE FUBÁ 

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SMOOTHIE DE CHOCOLATE COM LEITE DE AMÊNDOA

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PANNA COTTA COM LEITE DE COCO

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BOLO OREO BRÛLÉE SEM LACTOSE

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Os leites vegetais são fáceis de preparar. Geralmente, consistem em deixar as oleaginosas ou cereais de molho por algum tempo e depois batê-los no liquidificador com água. O resíduo que sobrar é muito rico em fibras, então você pode usar para fazer cookies (clique aqui para conferir uma receita), hambúrgueres e inúmeras outras receitas.

Espero que tenham gostado!

Beijos,

Cella

7 dicas para o pudim perfeito

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MINI PUDIM DE LEITE CONDENSADO 

Quem não ama um pudim lisinho, macio e com uma calda docinha? Essa sobremesa é famosa por sua facilidade e praticidade mas muitas pessoas erram no seu preparo. E no resultado final o doce não fica como é o esperado.

7-dicas-para-o-pudim-perfeito-papo-entre-mulheres-batendo-massa-com-um-fouet-ickfdFonte: Papo entre Mulheres Brasil

Este é um pequeno guia com dicas fáceis para te ajudar na hora de fazer o seu pudim! Não se preocupe depois que seguir esses passos o seu pudim nunca mais dará errado ;D

1. Textura lisa

Para uma textura lisa, misture os ingredientes com um batedor manual, que não deixa a massa tão aerada. Em seguida, asse devagarzinho em temperatura baixa por aproximadamente 180ºC.

2. Massa aerada

Caso você goste de uma massa aerada bata a massa no liquidificador e asse em fogo alto.

3. Essência de Baunilha ou Fava Fresca?

Você sabia que pode trocar o extrato de baunilha por fava fresca? Caso prefira fazer a troca, misture o leite à fava e suas sementes, deixe que ferva e desligue. Depois, deixe que a mistura descanse por aproximadamente meia hora, coe e acrescente.

4. Calda

Quando for fazer a calda derreta o açúcar, desligue o fogo assim que começar a amarelar, porque com a forma quente a calda continua cozinhando e pode acabar ficando amarga.

5. Banho-maria

Nunca deixe de lado o banho-maria (dentro do forno) porque ele garante uma textura cremosa ao pudim. Para isso, encha a assadeira com ⅔ de água para que não seque. Mas se ainda assim secar, acrescente água já quente e na mesma temperatura.

6. Como evitar a formação de uma crosta

Sabe aquela crosta esquisita e dura que às vezes forma no pudim? Tenho a solução! ;D  Você pode evitá-la cobrindo a forma com um papel alumínio durante o cozimento. Apenas certifique-se de que o papel não esteja encostando na massa.

7. Desenformar o pudim

Na hora de desenformar o seu pudim com algumas exceções, como o pudim de clara, desenforme-o depois que estiver gelado. E passe em seguida uma faca sem ponta (para não perder o formato do doce) ao redor para soltá-lo. Depois leve a forma para uma das bocas do fogão, por alguns minutinhos até que a calda amoleça. Então, vire o pudim já posicionado no prato de servir.

Agora não tem erro e ninguém mais vai poder contestar o seu talento de confeiteiro! ;D

O guia do bolo perfeito

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Bolo deve ser a primeira receita que alguém aprende quando começa a cozinhar doces. Talvez a vontade surja durante a espera para lamber a espátula lambuzada de massa crua, oferecida pela mamãe ou vovó, e esse desejo cresça junto com o bolo dentro do forno.

Bater os ovos com o açúcar, acrescentar a farinha e todos os outros ingredientes para que a massa se forme é mágico. Mas, infelizmente, não é só de mágica que nascem os doces mais bonitos e gostosos. Quando se trata de bolo, é preciso seguir uma receita confiável e entender alguns fatores fundamentais para que ele fique lindo, fofo e pronto para ser devorado.

Quem nunca sofreu por causa de um bolo embatumado? Chega disso! Fizemos um guia com passo a passo para que os seus bolos sejam um sucesso hoje e sempre. Vem cá:

DICAS BÁSICAS

  • Preaquecer o forno é o primeiro passo na hora de fazer um bolo, sempre. Forno frio não assa nada perfeitamente e, para crescer, a massa precisa de choque térmico. O tempo mínimo de preaquecimento é de 20 minutos, portanto não coloque a forma de bolo dentro do forno antes desse tempo. A temperatura média de cozimento de bolos é 180˚C, mas pode variar para um pouco menos ou mais, dependendo da receita;
  • Às vezes, a temperatura que o forno indica não está certa, sinal de que o seu forno precisa ser regulado. Para se certificar, coloque um termômetro de forno no centro dele e acenda em 200°C, por exemplo, como se fosse preaquecer. Se a temperatura indicada no termômetro estiver muito diferente da do forno, chame um técnico para resolver esse problema. Isso vale para todo mundo, principalmente se você fizer doces para encomendas.
  • Certifique-se de que os ingredientes estão em temperatura ambiente (considerada regular pelas condições normais de temperatura e pressão – CNTP), principalmente os ovos – se você não mora em um lugar muito quente, nem precisa guardá-los na geladeira (neste post tem uma explicação sobre o assunto). Algumas receitas específicas pedem ingredientes gelados, como o leite, mas isso não é muito comum;
  • Falando em ingredientes, o fermento deve estar fresco. Fique de olho na data de validade, mas se ainda estiver em dúvida, existe um método para saber se ele ainda está bom para ser usado: clique aqui para conferir;
  • O fermento é a última coisa a ser adicionada à massa. Ele não deve ser batido demais, portanto incorpore-o com delicadeza até ter certeza de que a mistura está homogênea;
  • Colocou o bolo dentro do forno? Ótimo – aguente firme e não abra a porta nos primeiros 20 minutos. O melhor segredo para um bolo assar lindamente é deixar que ele viva esse processo sozinho, feliz e quentinho lá dentro. Você consegue, eu sei disso!

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DÚVIDAS COMUNS

  • Toda vez que meu bolo assa, forma uma montanha e ele racha. Isso é ruim?

Alguns bolos possuem mais água e mais gordura e, consequentemente, são mais úmidos. Por isso, é normal que eles abram no topo enquanto assam e isso é um bom sinal, significa que ele deu certo!

A não ser que você esteja fazendo um pão de ló, que é um bolo mais seco, não tem sentido você querer que o seu bolo não abra em cima, pois isso significaria que ele deu errado, que solou e ficou duro.

Agora, se você quiser usar esse bolo para fazer um bolo recheado depois de pronto e para isso você precise dele completamente lisinho, a dica é cortar a parte de cima do seu bolo na horizontal com uma faca de pão e use apenas a base reta para montá-lo.

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  • O que faço para meu bolo crescer?

Além das dicas básicas citadas acima, existe um fator fundamental para que o bolo cresça lindamente. Nunca bata a massa em excesso depois que você adicionar a farinha. Lembre-se de que é uma receita de bolo, não de pão, portanto o glúten não pode se desenvolver nessa massa. Ao bater demais essa proteína se torna elástica e o resultado é um bolo com aspecto “solado”.

A dica é incorporar a farinha apenas até que a massa se torne homogênea. No caso dos bolos sem glúten (clique aqui para conferir inúmeras receitas), não tem problema em bater a massa, já que a farinha utilizada nas receitas não contém a proteína ;D

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  • Como deixar o bolo molhadinho?

Bolos que levam óleo ou leite na massa são, geralmente, mais molhadinhos, mas isso não significa que uma receita de bolo com manteiga e água não seja incrível também. Na verdade, o tempo certo dentro do forno é crucial. Espetou o palitinho no centro e ele saiu limpo? Ótimo! Desligue o forno e retire o bolo de lá, caso contrário a massa continuará assando no calor e ficará ressecada.

Se você quiser molhar o bolo com alguma calda depois de pronto, fique à vontade. Aliás, clique aqui para ver nossas diferentes receitas de caldas: tem de cereja, chocolate, maracujá e por aí vai!)

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  • Por que meu bolo de cenoura fica meio embatumado, parecendo cru?

Antes de mais nada, preste atenção nas quantidades de ingredientes. Uma cenoura média pode ser grande para mim e pequena demais para você, portanto a pesagem é fundamental para que uma receita seja sempre bem sucedida. Invista em uma balança digital (clique aqui para conferir alguns modelos) e você vai ver como vale a pena.

Outra coisa que pode parecer boba mas que sempre dá certo é colocar o palito bem no centro do bolo para ver se ele está completamente assado. Tem muita gente que espeta o canto mais próximo da abertura do forno e o palito sai limpo, então pensa que o bolo já assou. Os bolos sempre vão assar das bordas para o centro, por isso o palito deve ser inserido bem no centro.

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  • Qual a dica para desenformar meus bolos?

Assim que retirar o bolo do forno, segure a ansiedade e e espere até que ele esfrie completamente para só então desenformá-lo. A não ser que a receita peça que você desenforme rapidamente, como alguns pães de ló, o melhor é tirar o bolo da forma quando frio. Ah, e é claro: a forma deve ter sido muito bem untada e enfarinhada (ou polvilhada com cacau, se for um bolo de chocolate) para te ajudar nesse processo, mas lembre-se de retirar os excessos do pó, porque isso pode acabar dificultando o desenformar.

Se você não puder usar manteiga para untar a forma e não quiser utilizar óleo, tem um ingrediente inusitado que substitui muito bem esses dois: cera de abelha em pasta ou em barra – é só derreter um pouco e pronto.

Outra dica preciosa é desenformar o bolo assim que ele estiver frio. Nada de deixá-lo a noite inteira dentro da forma, hein? Principalmente se o bolo for mais molhadinho, já que a umidade vai grudar na forma toda.

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LISTA DE BOLOS QUE ILUSTRARAM O POST

Bolo Três Chocolates

Bolo de Chocolate com Pera sem glúten

Mini Naked Cake de Nutella

Bolo Bem Casado

Bolo Tres Leches

Bolo de Cenoura

Bolo Invertido de Banana

foto de destaque: Bojon Gourmet

Gostou das dicas? Se você tiver mais algumas para compartilhar conosco, não se acanhe! O importante é reunirmos conhecimentos e experiências para fazer com que nossas casas continuem com cheirinho de bolo durante muito tempo ;D

Segredos para a pavlova perfeita

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Quem já provou uma pavlova, o clássico disco de merengue recheado com creme chantilly e frutas frescas, sabe que a sobremesa é como um pedaço do paraíso ao alcance da boca. Mas, como tudo que é bom demora para ser conquistado, seu modo de preparo requer atenção aos detalhes e uma boa dose de paciência, afinal é preciso esperar algumas horas para que o merengue fique no ponto exato: crocante e branco por fora, cremoso como marshmallow por dentro.

A combinação ideal de texturas e sabores é um objetivo procurado por todos os confeiteiros e, quando isso acontece num doce irresistível aos olhos e que conquista paladares de todos os continentes, a disputa para exibir o título de originalidade é acirrada. A Pavlova é conhecida por ter sido criada na Nova Zelândia, no ano de 1926 em homenagem à bailarina russa Anna Pavlova, mas a Austrália, país vizinho, faz questão de dizer que foi um chef australiano o autor da sobremesa.

In ChopinianaBailarina russa Anna Pavlova – fonte: Ensemble Productions

Há pouco tempo, porém, o jogo virou. Os pesquisadores Andrew Paul Wood e Annabelle Utrecht (ele, neozelandês; ela, australiana) se uniram para descobrir a verdadeira origem da pavlova. Quer saber quem levou a honra? Os norte-americanos e os ingleses. Pois é, de acordo com os estudiosos existem mais de 150 receitas muito semelhantes à pavlova registradas antes de 1926.

Depois desta pitadinha de curiosidade histórica, que tal uma aventura na cozinha? Separe o açúcar, as claras em neve, as frutas que você mais gosta e escolha qual receita você quer fazer (estão listadas no final deste post). Antes, confira as dicas a seguir para não errar no processo e preparar uma pavlova perfeita! 

Primeira regra: lembre-se de preparar o disco de merengue com um dia de antecedência e só servir o creme na hora de servir, certo?

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INGREDIENTES

A não ser que a receita peça ao contrário, a temperatura dos ingredientes deve ser sempre ambiente, ou seja: entre 18°C e 21°C.

BATEDEIRA

Com relação ao preparo do merengue, o tipo de batedeira não importa muito. Você pode usar tanto a de mão quanto a stand mixer (aquela pesadona, tipo planetária).

TEMPERATURA DO FORNO

O ideal é assar a pavlova a 100°C, mas como a maioria dos fornos começa em 160°C (exceto os fornos elétricos), neste caso a dica é assar a pavlova com a porta entreaberta – para fazer isso, basta posicionar uma colher de pau entre o forno e a porta 😉

Quanto mais baixa a temperatura e maior o tempo de forno, melhor. As chances de a pavlova ficar como deve (branquinha e crocante por fora) são bem maiores. Paciência é o segredo! Às vezes a pavlova pode levar até seis horas dentro do forno a 100°C.

Se a temperatura estiver muito alta, a pavlova vai ficar com uma cor amarelada.

pavlova-callmecupcake-ickfdFonte: Call Me Cupcake

ARMAZENAMENTO DO DISCO DE MERENGUE

O disco de merengue dura no máximo cinco dias se estiver bem fechado e sem umidade. Em confeitarias, os profissionais guardam os discos em caixas plásticas bem vedadas e com saquinhos de sílica para evitar a umidificação.

Como é muito difícil conservar a base da pavlova, a dica é preparar e servir no dia seguinte. Respeitar o tempo de duração de cada sobremesa é a beleza da confeitaria. E, sim, vale a pena esperar todo o tempo do preparo da pavlova para aproveitar até o último pedaço!

pavlova-gringalicious-ickfdFonte: Gringalicious

QUANDO SEI QUE A PAVLOVA ESTÁ PRONTA?

Ao notar as primeiras rachaduras na pavlova, é sinal de que está ficando pronta. Só não deixe que ela rache demais, caso contrário ficará ressecada.

Se, ao tocar na parte de fora ela estiver dura e seca, prontinho! Desligue o forno e deixe ela lá dentro por pelo menos seis horas com o forno entreaberto.

Se a pavlova não formar uma casca grossa e seca por fora, significa que ela não está pronta. Mantenha-a no forno até que ela esteja firme.

Esparramou na forma? Provavelmente as claras não foram batidas no ponto certo. É preciso que estejam em picos firmes, quando você levanta o batedor e o merengue forma uma voltinha perfeita.

  • Pergunta de uma leitora no site do ICKFD: “O meu ficou crocante por fora mas dentro bem mole….parecia um mousse ou pudim de claras! Ficou uma delícia mas não correto! Deixei o tempo correto no forno e deixei ele lá no forno de um dia para o outro! O que será que aconteceu?”
  • Resposta: Aconteceu tudo isso? Então pasme, a sua pavlova deu certo! É bem assim que ela precisa ficar ;D

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PREPAROS VARIADOS

Confira algumas variações para a receita da pavlova:

PAVLOVA PARA SUSPIRO

Existem vários tipos de suspiros, já que há vários tipos de merengue, mas é possível fazer suspiro com a base da pavlova. Mas preparar tudo isso para não comer o recheio cremoso junto parece até ofensa à pavlova, né? ;D

PAVLOVA DE CHOCOLATE

Se você quiser uma pavlova de chocolate, basta acrescentar cacau em pó. A quantidade vai depender da receita que você fizer e da intensidade da cor você quiser. Comece com 2 colheres de sopa – se precisar de mais, acrescente mais 2.

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RECEITAS DE PAVLOVA – POR DANIELLE NOCE, DO I COULD KILL FOR DESSERT

PAVLOVA DE FRUTAS VERMELHAS

MINI PAVLOVA DE LIMÃO SICILIANO E FRUTAS VERMELHAS

PAVLOVA DE VERÃO

PAVLOVA DE NATAL