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A inovadora cozinha 3D

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a-inovadora-cozinha-3d-the-food-rush-prato-food-ink-ickfdFonte: The Food Rush 

A arquitetura e o design atual utilizam impressoras que podem criar maquetes e outros objetos em segundos. Mas você já imaginou comer pratos feitos com impressoras 3D? Parece surreal, mas é a realidade no Food Ink, o primeiro restaurante a ter um menu inteiro impresso em 3D!

E a inovação não para por aí, o restaurante diferente dos outros, é móvel e já viajou pela Espanha, Holanda e para o Reino Unido.

A impressora fabricada pela companhia holandesa byFlow cria pratos doces e salgados como: homus, pizza, purê de pera, queijo de cabra e mousse de chocolate. Os pratos utilizam ingredientes frescos e alguns são preparados com técnicas da gastronomia molecular. Além disso, a máquina processa alimentos somente na forma pastosa. A pasta pode ser colocada no extrusor do aparelho para criar esculturas comestíveis.

A-inovadora-cozinha-3d-the-food-rush-peixe-e-batatas-ickfdFonte: The Food Rush

Objetos como as cadeiras, lâmpadas, e os utensílios também foram criados usando a tecnologia. E ainda, para aumentar a experiência tecnológica dos clientes o restaurante dispõe de óculos com realidade virtual e músicas ambientes compostas por um computador.

A-inovadora-cozinha-3d-the-caterer-blog-food-ink-ickfdFonte: The Caterer Blog

A proposta dos criadores, todos arquitetos, designers e engenheiros, é alimentar a discussão da importância de novas tecnologias mudando nossos hábitos alimentares e culturais.  E como será o futuro da alimentação, nutrição e saúde.

A ideia do Food Ink é o início de um futuro imprevisível para a culinária moderna, contudo, o jantar com todo esse aparato pode custar £250 por pessoa, o que torna essa experiência um pouco salgada para o freguês.

A-inovadora-cozinha-3d-time-out-garcom-pratos-food-ink-ickfdFonte: Time Out

Doces arquitetônicos – Gastronomia também é arte

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Fonte: Mossandfog 

O que Zaha Hadid, Oscar Niemeyer e Dinara Kasko tem em comum? Os três são arquitetos. O que os diferencia é como usaram a profissão, a arquiteta Dinara cria obras-primas gastronômicas com formatos arquitetônicos ou como Chaves diria Chinforifolas ;)  As criações inovadoras já criaram curiosidade em confeiteiros renomados como Pierre Hermé.

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Fonte: Mossandfog

Após se formar na Universidade de Kharkov, Dinara trabalhou como fotógrafa e designer na Holanda. Depois, decidiu por tirar um período sabático e foi nesse momento que se encontrou na cozinha.

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Fonte: Caperiodista

O processo para criar as receitas é inovador também, imaginando suas obras culinárias como edifícios, utilizando moldes em silicone em impressoras 3D cria suas guloseimas açúcaradas. As criações são feitas somente sob encomenda.

Os doces tem formas diagramáticas imitando a arquitetura contemporânea. Porém, neste caso em vez de utilizar aço, concreto ou vidro usa chocolate, e outros ingredientes.

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Fonte: RestnovaAna Coppola Pinterest - Idolcipenella

Vai vender doces sob encomenda? Aprenda como lucrar

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No momento em que vamos vender um bolo ou qualquer outra preparação da cozinha, quanto devemos cobrar? É disso que trata a precificação. Não é somar o valor dos ingredientes e adicionar um percentual aleatório.

Tudo tem um custo e gastamos recursos e equipamentos específicos para cada preparação. Isto já seria argumento suficiente para esquecer essa ideia de que o preço final é igual a ingredientes + lucro. Existem preparações superfáceis e rápidas, mas que levam ingredientes relativamente caros, como é o exemplo de um bom creme chantilly, feito com creme de leite fresco e fava de baunilha. Já uma massa folhada é feita com ingredientes mais baratos, mas que requer muito mais trabalho.

receita-mil-folhas-creme-caramelo-crocante-ickfd-danielle-noce2PREPARAÇÃO DO MIL FOLHAS COM CARAMELO E CROCANTE DE NOZES – foto: Paulo Cuenca/ICKFD – foto de capa: The Glitter Guide

Vou fazer uma abordagem o mais completa e simples possível. Talvez alguns pontos sejam espantosos, mas garanto: vale cada segundo de leitura.

A primeira coisa que tem que ficar clara é a diferença entre custo variável e custo fixo. Essencialmente, custos variáveis são todos aqueles que seus valores se alteram com o volume da produção (não inclui apenas os ingredientes).

Exemplo de custo variável:

Para fazer três bolos, usamos uma quantidade determinada de ingredientes. Este valor cresce quando faço mais bolos e, claro, diminui quando faço menos. Porém, também usamos gás do forno, energia elétrica para uma batedeira, materiais de limpeza para lavar, formas e ferramentas em geral, embalagens descartáveis para transporte… Tudo isso varia conforme o volume da produção.

naked cake coco e creme de framboesa 7NAKED CAKE DE COCO E CREME DE FRAMBOESA – foto: Paulo Cuenca/ICKFD

A sua hora trabalhada é um custo variável o qual você deve definir honestamente o quanto vale. Depois, é só multiplicar esse valor pelo tempo que você precisa para realizar a produção. Seu lucro deve ser apenas essa quantia de hora trabalhada.

Quando fazemos uma ou duas unidades de bolo, ou mesmo uma quantidade relativamente pequena de brigadeiro (60 unidades), nem levamos em conta esses custos. É difícil quantificar quanto de gás, eletricidade, material de limpeza você gasta para fazer cada tipo de produto, mas deve levar isso em conta seriamente, caso contrário você acaba cobrando menos do que de fato você gastou para fazer.

Quem tem uma cozinha separada, exclusiva para produção (sem uso doméstico) é mais fácil de quantificar gás. A dica é começar a contar o tempo que um gás demora para acabar. Toda vez que usar, anote num bloquinho o tempo de uso. Por exemplo: “assei um bolo em uma hora e meia” – vá somando o tempo de tudo que fizer, para que quando esse gás acabar você tenha as seguintes informações: custo de compra do gás e quanto tempo de uso ele dura, de acordo com seu tipo de uso.

Então, se você compra gás por R$50,00 e ele dura, por hipótese, 200 horas, basta  dividir o valor do gás pela quantidade de horas e, neste exemplo específico, a hora de gás custa R$0,25.

receita-como-fazer-bolo-devils-food-cake-chocolate-cobertura-ganahce-ickfd-9DEVIL’S CAKE - foto: Paulo Cuenca/ICKFD

Avalie:

  1. Quando você for colocar num papel o quanto gasta de gás para assar um bolo, deve considerar desde o momento de preaquecer, não apenas o tempo de cozimento.
  2. Você deve aproveitar o tempo de assar um bolo para assar outros ao mesmo tempo e, se tiver outras produções que dependam de um forno preaquecido, programe-se para usar o forno já aquecido da fornada que saiu. Assim, você economiza recurso e tempo.

Os custos fixos são aqueles que não variam diretamente com a quantidade da produção. Exemplo: aluguel de equipamento e imóvel, impostos municipais, cartões de visita, combustível para fazer entregas. Geralmente são os custos fixos que fazem comida de restaurantes e buffets serem mais caros em uns bairros que em outros na mesma cidade.

DICAS:

  • É importantíssimo ter a maior exatidão possível, como pesar os ingredientes com balança de precisão para saber o que e quanto você gastou.
  • Otimize o tempo de trabalho para dar conta de tudo;
  • Não misture ingredientes de encomendas com os de uso doméstico.
  • Organize-se: o dinheiro que você recebeu do cliente não é seu, é da sua empresa. A sua parte equivale à da mão de obra.
  • Saber quanto custa todo o processo desde a compra de ingredientes até a entrega do produto é um passo primordial. Avaliar os detalhes constantemente é uma questão de gestão, vai te ajudar a ser mais competitivo, ter menos desperdícios e uma produtividade maior.
  • Vale a pena ir a várias lojas para comprar todos os ingredientes mais baratos? Avalie a locomoção e o tempo gasto.
  • Tente sugerir mudanças de sabores ao cliente, usando frutas da época ou algum ingrediente que você já tem disponível.
  • Não seja o louco dos papeis nem o ditador dos números, mas periodicamente estude suas receitas e questione-se o que pode ser melhorado, que equipamentos novos seriam de fato bons investimentos.
  • Separe uma pasta para guardar as notas fiscais de compra e outra para as receitas. Seja organizado, caso contrário, pode te custar caro.

Mercado de trabalho na área da confeitaria

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Olá, pessoal!

Este post já “chega chegando” com a pergunta que não quer calar: como é o mercado de trabalho na área de confeitaria? O assunto é um tanto polêmico e nada linear, porque são muitas variáveis a serem levadas em conta. Então mãos na massa. Digo, nas massas.

Primeiramente, vamos falar de cursos. Existem vários cursos de níveis técnicos e superiores, específicos para confeitaria e gerais em gastronomia. Talvez essa seja a parte mais delicada a ser discutida.

Custos, tempo de curso, conteúdo proposto, reputação da escola no mercado. É importante levar tudo isso em conta antes de entrar num curso e para saber qual deles melhor se adapta às suas disponibilidades (clique aqui para conferir o post da Dani sobre os cursos de confeitaria que ela já fez). Por outro lado, é importante considerar seus cursos como benefícios em longo prazo, logo, alguns sacrifícios podem ser bem válidos. Outra dica válida é investir também em um curso de língua estrangeira.

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Seu aprendizado depende de você

Falando de cursos superiores, é sempre bom frisar que só o nome da instituição não faz o profissional. É preciso muita determinação e proatividade (dentro e fora da faculdade). Além disso, fica uma dica: procure ser um bom aluno, uma pessoa educada, agradável, disposta a ajudar e organizada, porque faculdade é network. “Janelas” estarão abertas olhando para você e esse simples fato pode ser decisivo para uma contratação.

Outra verdade é que seu perfil será a porta de entrada para o trabalho – isso não é segredo para ninguém. Mas sua capacidade de trabalhar em equipe muitas vezes é o que define sua permanência num ambiente de cozinha/confeitaria.

receita-dani-noce-pave-extra-1PUDIM DE CHOCOLATE

Cursos em módulos

Muitas escolas de confeitaria oferecem cursos em módulos. Há desde as opções de cursos amadores, com cursos específicos de tortas, bolos, doces de padaria, entre outros, até módulos profissionais com durações de semanas (ou até meses).

Particularmente, eu preferi cursar um superior em gastronomia e na sequência fazer uma pós-graduação em confeitaria e panificação para, então, entrar num mestrado e ser professor. Ou seja, área de trabalho em confeitaria também é dentro de sala, seja como funcionário contratado, concursado público de uma Universidade Federal ou mesmo empreendendo, abrindo seu próprio curso. Gastronomia é um mercado crescente, são muitas as áreas de atuação.

bolo-sem-gluten-pera-calda-chocolate-sorvete-dani-noce-ickfd-farina-amendoa-20BOLO DE CHOCOLATE COM PERA

Possíveis empregos

Falei de ser aluno e de ser professor, mas um bom confeiteiro pode trabalhar em restaurante, padaria, hotel, buffet de recepções, cafeteria entre tantos outros estabelecimentos de cozinha/confeitaria tradicionais. Existe também uma outra forma de trabalhar com na área doce da gastronomia: fornecer de forma terceirizada um produto (ou mais) para esses estabelecimentos ditos anteriormente.

Claro que, para isso, é preciso de uma rede de contatos, credibilidade e reconhecimento, mas é mais uma área de atuação. Existem profissionais que fazem apenas recheios para bolos e entregam em confeitarias, ou que fazem apenas massa folhada e vendem para franquias de lanchonetes conhecidas. Outros fornecem seus produtos para revenda em padarias e supermercados.

receita-mil-folhas-creme-caramelo-crocante-ickfd-danielle-noce4MIL FOLHAS COM CARAMELO E NOZES

Trabalho em grandes empresas

Outra área possível e também fora do convencional é trabalhar em grandes indústrias de alimentos. É só acessar seus sites e procurar o “trabalhe conosco” – um pouco de ousadia e quem sabe? Ser apático não combina com nenhuma área de cozinha (e da vida, também).

Diferente do que muito se vê nas mídias, cozinha/confeitaria requer trabalho intenso, não tem nada a ver com glamour (mas com esforço até dá pra chegar). Muitas vezes é preciso fazer várias preparações ao mesmo tempo: enquanto uma massa fermenta e um bolo assa, você está a mexer algo em banho-maria…

receita-dani-noce-bolo-banana-pudding-fleischmann-3BOLO DE BANANA PUDDING – foto de capa: Bojon Gourmet/Fotos do post: Paulo Cuenca

O melhor conselho que me vem à cabeça para quem está iniciando seu planejamento profissional em confeitaria é: Se, para você, a área da confeitaria é o coração, não perca tempo. Dedique-se, pratique, estude, seja protagonista da sua carreira e nunca esqueça de refletir sobre a palavra “respeito”. Faz toda diferença.

A nova moda é cheirar chocolate

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Olha ele! Você não vai acreditar, mas o chocolate está dominando a pista de dança de várias baladas europeias. E chegou com tudo: compõe bons drinks, toma forma de pílulas e até mesmo se oferece em forma de pó, pra ser cheirado, mesmo. Pois é, essa foi a alternativa que muitas casas noturnas escolheram para evitar o consumo de bebidas alcóolicas e drogas durante a night.

Como o cacau em pó é um ingrediente rico em epicatequina – um elemento que dá energia e dilata os vasos sanguíneos -, funciona como um energético natural. O problema é que, mesmo não sendo considerado uma droga, a gente sabe que o chocolate tem o poder de fazer a gente querer mais e mais, ou seja: vicia mesmo.

cheirar-cacau-chocolate-ickfd-reutersFotos: Reuters

Para Ashley Gearhardt, pesquisadora da Universidade de Michigan, a vontade louca por chocolate  surge na mesma região do cérebro que influencia o vício em substâncias mais pesadas, digamos. A maneira do consumo é que pode ser benéfica ou não ao corpo. O cacau em pó presente em receitas, por exemplo, age com os benefícios de um alimento funcional – é rico em antioxidantes e flavonóides. Por outro lado, inalar o pó pode não ser uma ideia tão interessante: o médico Jordan Josephson, do Hospital Lenox Hill (NY), explicou em entrevista ao LiveScience que ao cheirar cacau, o nariz pode reconhecer o tão querido ingrediente como algo nocivo ao corpo. Ou seja, melhor manter o cacau só no chocolate quente, tá?

Mesmo contra as sugestões médicas, tem gente que gosta de viver no perigo. É o caso do chocolatier belga Dominique Persoone, que já trabalhou ao lado de grandes chefs, como Heston Blumenthal e Ferran Adriá. Persoone improvisou um dispositivo que funciona com um gatilho que dispara chocolate em pó direto nas narinas – a mistura conta com ingredientes como gengibre e framboesa. A ideia surgiu para uma festa da banda Rolling Stones, em 2007, e fez sucesso. Ao longo de sete anos, o chocolatier vendeu 25 mil unidades do kit catapulta de chocolate.

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O kit “Chocolate shooter” conta com o utensílio e mais duas caixinhas de chocolate em pó, uma com gengibre e outra com framboesa. Custa €45, o que dá aproximadamente R$ 172, e pode ser adquirido aqui. Persoone garante que sua invensão é segura e os chocólatras podem cheirar seu ingrediente favorito sem medo, desde que com moderação. Você arriscaria?

Fontes: Reuters/Daily Mail/Sos Solteiros

Tendência: Café na casquinha de sorvete com chocolate

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cafe-na-casquinha-de-sorvete-the-grind-coffee-company-ickfd-4Quem precisa de xícaras de porcelana para beber café quando se tem casquinhas de sorvete com chocolate? David Levinrad, barista sul-africano e proprietário da The Grind Coffee Company, em Johanesburgo, teve a brilhante ideia de juntar essas três coisas maravilhosas em uma só! E a resposta do público foi tão positiva que agora o mundo todo está doido para provar a novidade.

Depois de vários testes com especialistas em chocolate, o barista desenvolveu uma receita para que a camada interna da casquinha de sorvete não derretesse nas mãos ao beber o espresso machiatto (café com espuma de leite). Assim, Levinrad patenteou o “Coffee in a Cone” (café no cone) e espalhou a notícia pelo Instagram do The Grind Coffee Company utilizando a hashtag #coffeeinacone.

cafe-na-casquinha-de-sorvete-the-grind-coffee-company-ickfd-2cafe-na-casquinha-de-sorvete-the-grind-coffee-company-ickfd-5cafe-na-casquinha-de-sorvete-the-grind-coffee-company-ickfd-3Fotos publicadas no Instagram do The Grind Coffee Company (@thegrindza)

É só falar em “chocolate”, “café” e “casquinha de sorvete” para causar um auê, então você pode imaginar a cena. E, claro, outras cafeterias não perderam a oportunidade de se inspirar na criação, né? O Alfred Coffee & Kitchen, em Los Angeles – Califórnia, já entrou na dança: também está vendendo o café na casquinha de sorvete com chocolate.

abcnews-cafe-na-casquinha-de-sorvete-la-ickfdFonte: ABC News

O bom disso tudo é que a gente não precisa viajar para a África do Sul ou para os Estados Unidos para poder provar a novidade. Afinal, temos casquinha de sorvete, chocolate e café por aqui também ;D

Eu vou tentar fazer em casa, e você?

Comida de Afeto – lembranças embaladas para viagem

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“Comida é sentimento também. Faz lembrar da nossa casa, de onde viemos, o que vivemos, quem somos. Cada casa tem o seu tempero que acrescenta, à tarefa de nutrir, o prazer de saborear. Comida vira gostosura. Mas é mais ainda.”

Este é um trecho do início de Comida de Afeto – Lembranças embaladas para viagem, das autoras Elza Forte da Silva Carneiro e Luciana Patrícia de Morais. Cada página é recheada de histórias emocionantes sobre a relação da comida na vida das pessoas. Elza e Luciana escolheram personagens reais para montar esta coletânea de relatos e receitas, ilustradas lindamente por André Coelho. De bônus, a equipe gravou também um documentário, produzido por Luciano Coelho.

O lançamento do livro e a exibição do documentário ocorrem hoje, na Cinemateca de Curitiba, às 19h e a entrada é gratuita. No dia 24 de maio, o evento será no Rivalzinho, café do Teatro Rival (às 19h) no Rio de Janeiro.

Deixa eu te explicar melhor sobre o assunto: o projeto Comida de Afeto foi viabilizado pela Lei Rouanet e a instituição beneficiada foi o Hospital Pequeno Príncipe, localizado em Curitiba. O Pequeno Príncipe é o maior hospital de alta e média complexidade exclusivamente pediátrico do Brasil. Destina 70% de sua capacidade de atendimento a crianças e adolescentes provenientes do Sistema Único de Saúde (SUS), realiza aproximadamente 311 mil atendimentos ambulatoriais, mais de 23 mil internações e 20 mil cirurgias. Toda a renda arrecadada com a venda dos exemplares será revertida para a instituição. 

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“Dentro do Hospital Pequeno Príncipe encontramos pessoas de todos os cantos do país. As conversas sobre a comida e as lembranças que elas despertam revelam vários aspectos da cultura brasileira. A pesquisa que estamos desenvolvendo busca as receitas que possuem ligação com a memória afetiva dessas pessoas”, conta Elza F. Carneiro, uma das autoras.

“A comida é um dos suportes da nossa identidade e as panelas, seus cheiros, temperos, ingredientes e formas de cozinhar ficam impregnados em nossa memória. No desenvolver do projeto, a comida foi sempre o fio condutor e a pesquisa revelou diferentes maneiras de ser e perceber o mundo em nosso território”, afirma Luciana Morais, cientista social que também assina o livro.

livro-comida-de-afeto-hospital-pequeno-principe-marinamori-ickfdFotos: Marina Mori (@marinmori)

O “Comida de Afeto” também conta com histórias e pratos marcantes de quatro chefs de cozinha, renomados e parceiros da instituição. Rodrigo Oliveira, do restaurante Mocotó, compartilha algumas receitas com um toque do sertão, como o Crème Brûlée de Doce de Leite e Umburana e a Farofa de Castanha de Caju e Coco Queimado; Kátia Barbosa, do Aconchego Carioca, revela os ingredientes e o modo de preparo do petisco que fez sucesso em cada canto do Brasil: bolinho de feijoada; Claude Troisgros ensina a fazer o nhoque que aprendeu com sua avó Ana; Laurent Suaudeau explica o passo a passo de algumas receitas francesas com gosto de infância, como o Biscuit de Savoie aux Fraises (bolo com morangos) e o Boeuf aux Carottes (ensopado de carne com cenouras).

Se existe um livro que você precisa ter em casa, é este. Além de ser lindo visualmente, não tem como não se apaixonar por cada uma das histórias e receitas que o compõem. O livro, que vem com o DVD encartado, estará à venda na loja de produtos sociais do Hospital Pequeno Príncipe a R$ 20 neste site. Além de aprender receitas novas, você incentiva a cultura e ajuda ao próximo! :)

Bolo Gota de Chuva – Você comeria?

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Água mineral e agar-agar. Estes são os ingredientes da sobremesa feita pelo nova-iorquino Darren Wong, que se aventurou em diversas tentativas até conseguir um resultado semelhante ao doce original, vendido no Japão. A bola de água gelatinosa contém zero calorias, é servida com farinha de soja torrada e xarope de açúcar mascavo e tem causado um auê entre os Instagramers – dá uma olhada!

tim-ireland-studios-bolo-gota-chuva-agar-agar-ickfd-3Fotos: Tim Ireland – Irelandstudios

Como é muito delicado, o “bolo” de gota de chuva dura apenas 30 minutos em temperatura ambiente, então a dica é comer rápido. A aparência é bem interessante, mas será que o gosto é bom? “Tem gosto de gota de chuva gigante! Há poucos alimentos que envolvem tantos sentidos ao mesmo tempo, e foi isso o que fez com que eu me sentisse atraído por essa sobremesa”, contou Wong ao Buzzfeed.

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A novidade pode ser provada no Smorgasburg, Brooklyn, por 8 dólares. Quando comecei a escrever este post, confesso que estava sem nenhuma vontade de comer o bolo gota de chuva, mas depois de ver tanta foto fiquei muito curiosa! E você, também está com vontade de experimentar?

Review: melhor ovo de páscoa 2016

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Fizemos uma seleção de ovos de Páscoa 2016 e elegemos nossos favoritos deste ano! A lista está dividida em duas categorias: os mais caros, que custam entre R$ 52 e R$ 140 (como as marcas Kopenhagen, Lindt e Chocolat du Jour), e os populares, entre R$ 24 e R$ 70 (como Alpino, Sonho de Valsa, Kit Kat e Oreo). Ao todo, experimentamos 19 chocolates diferentes e resolvemos compartilhar com vocês as nossas opiniões.

Se depois de ler o post e assistir ao vídeo você se sentir meio frustrado, não se preocupe: aqui no ICKFD tem várias receitas infalíveis de ovos de páscoa caseiros! Além de se divertir com muito chocolate, a felicidade de presentear gente querida com algo feito por nós mesmos é muito grande ;D

Confira algumas:

OVO DE PÁSCOA RECHEADO COM PÃO DE MEL

OVO DE CHOCOLATE AMARGO DE BRIGADEIRO

OVO DE CHOCOLATE BRANCO DE DOCE DE LEITE

OVO SURPRESA DE PÁSCOA

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OVOS DE PÁSCOA ENTRE R$ 52 E R$ 140

1˚ LUGAR: CHOCOLAT DU JOUR – AO LEITE

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Peso: 250 gramas

Preço médio unitário: R$ 88 / Preço por 100 gramas de chocolate: R$ 35,20

Observações: O ovo vem com muitos miniovinhos de chocolate de um lado e, do outro, um bombom de coelhinho. O sabor desse chocolate tem um toque de frutas secas e oleaginosas, o que é muito gostoso. Outro ponto positivo é o fato de não ser tão doce.

Nota do Paulo: 9,5

Nota da Dani: 9

Nota final: 9,25

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2˚ LUGAR: LINDT – OVO LINDOR

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Peso: 275 gramas

Preço médio unitário: R$ 84,90 / Preço por 100 gramas de chocolate: R$ 30,87

Observações:  Casca fina e não tão doce, embora seja ao leite – o que é ótimo. O fato de os bombons virem fora do ovo desaponta um pouco, já que a grande magia da Páscoa é justamente descobrir a surpresa dentro do chocolate. Ponto positivo: não tem gordura vegetal.

Nota do Paulo: 9

Nota da Dani: 9

Nota final: 9

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3˚ LUGAR: KOPENHAGEN – OVO NHÁ BENTA

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Peso: 170 gramas

Preço médio unitário: R$ 52,30 / Preço por 100 gramas de chocolate: R$ 30,76

Observações: Exatamente igual a uma nhá benta, mas com a casca mais grossa (sim, o ovo vem completamente recheado de marshmallow!). Por conta disso, nossa crítica é que o ovo poderia ter a casca mais fina.

Nota do Paulo: 7

Nota da Dani: 7

Nota final: 7

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KOPENHAGEN – OVO LÍNGUA DE GATO

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Peso: 300 gramas

Preço médio unitário: R$ 79,60 / Preço por 100 gramas de chocolate: R$ 26,53

Observações: O interessante do chocolate língua de gato é que o formato fininho traz delicadeza ao paladar, mas a espessura do ovo não traduziu essa sensação. O bom é que vem com uma caixinha com muitas línguas de gato.

Nota do Paulo: 5

Nota da Dani: 6

Nota final: 5,5

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OVINHOS PATI PIVA (São Paulo)

Preço médio: R$ 140 (kit com base de cerâmica para os ovinhos) ou R$ 22 (unidade com 60g) / Preço por 100 gramas de chocolate: R$ 36,66

Observações: O kit vem com vários sabores de recheio, como brigadeiro, Nutella, pão de mel, etc. O chocolate (ao leite) não é muito doce, mas o recheio de pão de mel é bem enjoativo.

Nota do Paulo: 7

Nota da Dani: 6

Nota final: 6,5

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OVOS DE PÁSCOA ENTRE R$ 24 e R$ 70

1º LUGAR: OVO ALPINO

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Peso: 350 gramas

Preço médio unitário: R$ 44,90 / Preço por 100 gramas de chocolate: R$ 12,82

Observações: O sabor do chocolate é idêntico ao bombom, o que é um ponto favorável mas, embora o ovo seja grande, só vem com dois bombons Alpino!

Nota do Paulo: 8

Nota da Dani: 9

Nota final: 8,5

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2º LUGAR: OVO OURO BRANCO

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Peso: 270 gramas

Preço médio unitário: R$ 32,99 / Preço por 100 gramas de chocolate: R$ 12,21

Observações: Sabor de Ouro Branco, sabor de infância. O ovo é branco por fora, preto por dentro e vem com dois bombons dentro.

Nota do Paulo: 8

Nota da Dani: 8

Nota final: 8

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2º LUGAR: OVO FERRERO ROCHER

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Peso: 250 gramas

Preço médio unitário: R$ 69,99 / Preço por 100 gramas de chocolate: R$ 27,99

Observações: A casca externa é lisa e o sabor é delicado como o bombom, delicioso. Vem com seis bombons!

Nota do Paulo: 8

Nota da Dani: 8

Nota final: 8

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2º LUGAR: OVO CACAU SHOW – MEZZO

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Peso: 400 gramas

Preço médio unitário: R$ 49,90 / Preço por 100 gramas de chocolate: R$ 12,47

Observações: O ovo tem textura lisa e é recheado. O gosto é o mesmo das trufas da Cacau Show, com aquele toque de rum bem gostoso. Além disso, o recheio é cremoso, mas não vem nenhum bombom dentro.

Nota do Paulo: 7,5

Nota da Dani: 8,5

Nota final: 8

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3º LUGAR OVO KIT KAT

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Peso: 330 gramas

Preço médio unitário: R$ 59,99 / Preço por 100 gramas de chocolate: R$ 18,17

Observações: O recheio do ovo é bem mais distribuído em comparação ao ano passado, o que é ótimo! O sabor do Kit Kat é o mesmo do ovo, então esse é outro ponto positivo.

Nota do Paulo: 8

Nota da Dani: 7

Nota final: 7,5

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3º LUGAR OVO KINDER OVO

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Peso: 100 gramas

Preço médio unitário: R$ 39,99 / Preço por 100 gramas de chocolate: R$ 39,99

Observações: Tem exatamente o mesmo gosto do Kinder Ovo, o que é ótimo. É o clássico sabor da infância.

Nota do Paulo: 7

Nota da Dani: 8

Nota final: 7,5

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OVO PRESTÍGIO

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Peso: 240 gramas

Preço médio unitário: R$ 34,99 / Preço por 100 gramas de chocolate: R$ 14,57

Observações: É preto por fora e branco por dentro, não é tão doce e tem sabor de Prestígio! O problema é que, como quase todos os outros ovos de Páscoa desse ano, esse só vem com um bombom dentro.

Nota do Paulo: 7

Nota da Dani: 7,5

Nota final: 7,25

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OVO CRUNCH

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Peso: 240 gramas

Preço médio: R$ 34,99

Preço médio unitário: R$ 34,99 / Preço por 100 gramas de chocolate: R$ 14,57

Observações: O Crunch em barra é mais crocante em comparação ao ovo, que poderia vir com mais floquinhos de arroz. Apesar de vir com dois bombons dentro, o ponto negativo é a embalagem de plástico dentro do ovo – tem necessidade disso?

Nota do Paulo: 7,5

Nota da Dani: 7

Nota final: 7,25

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OVO BIS

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Peso: 230 gramas

Preço médio: R$ 32,99

Preço médio unitário: R$ 32,99 / Preço por 100 gramas de chocolate: R$ 14,34

Observações: O sabor é delicioso, mas vem muito pouco bis dentro do ovo! A distribuição é muito irregular, portanto a nossa crítica do ano passado continua a mesma. O ovo vem com três bis e tem o clássico copinho marrom.

Nota do Paulo: 6

Nota da Dani: 6

Nota final: 6

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OVO SONHO DE VALSA

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Peso: 270 gramas

Preço médio unitário: R$ 32,99 / Preço por 100 gramas de chocolate: R$ 12,21

Observações: A cremosidade do Sonho de Valsa presente no bombom não apareceu no ovo, só depois que o chocolate derrete um pouco na boca. Vem com o copinho marrom ;D

Nota do Paulo: 6

Nota da Dani: 6

Nota final: 6

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OVO AMANDITA DUE

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Peso: 231 gramas

Preço médio unitário: R$ 24,99 / Preço por 100 gramas de chocolate: R$ 10,81

Observações:  É crocante por dentro e vem com um bombom Amandita no clássico copinho marrom. É extremamente doce e o sabor não lembra nenhum pouco o do bombom.

Nota do Paulo: 7

Nota da Dani: 5

Nota final: 6

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OVO BATON CREME

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Peso: 200 gramas

Preço médio unitário: R$ 34,99 / Preço por 100 gramas de chocolate: R$ 17,49

Observações: Praticamente metade da embalagem é por conta do copo de plástico, que vem com um único chocolate Baton. É cremoso, mas muito doce e não lembra em nada o sabor do Baton clássico.

Nota do Paulo: 5

Nota da Dani: 5

Nota final: 5

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OVO LACTA OREO

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Peso: 356 gramas

Preço médio unitário: R$ 42,99 / Preço por 100 gramas de chocolate: R$ 12,07

Observações: É muito bonito por dentro, mas vem apenas com um biscoito e o chocolate não tem sabor de Oreo. Afinal de contas, o bom do biscoito é aquele saborzinho tostado, o que não dá para perceber no ovo.

Nota do Paulo: 6

Nota da Dani: 5

Nota final: 5,5

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HERSHEY’S OVOMALTINE

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Peso: 245 gramas

Preço médio unitário: R$ 16,99 / Preço por 100 gramas de chocolate: R$ 6,93

Observações: O chocolate é doce demais e muito seco. Além disso, o nosso veio com um defeito, chamado “Fat bloom” (é quando o chocolate apresente uma superfície esbranquiçada. Isso acontece quando o chocolate foi armazenado ou exposto em temperaturas inadequadas, altas ou baixas, mas não significa que está ruim para o consumo. Leia mais sobre os defeitos do chocolate aqui).

Nota do Paulo: 3

Nota da Dani: 4

Nota final: 3,5

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Gostou do post e do vídeo? Agora eu quero saber qual o seu ovo de Páscoa favorito!

17 receitas para celebrar o World Nutella Day

Publicado em:

Sim, existe o dia mundial da Nutella e 2016 é o 10º aniversário de celebração ao creme de avelã mais vendido no mundo. Tudo começou em 2007, quando a blogueira norte-americana Sara Ross resolveu mostrar ao planeta todo o seu amor pelo doce em 5 de fevereiro. Nasceu, assim, um movimento que só cresce a cada ano: o World Nutella Day.

A Ferrero, proprietária da marca, passou a administrar o esquema e, para incentivar fãs, criou o site www.nutelladay.com. Lá, eles contam a história do movimento e ainda sugerem 10 modos de celebrar a data e depois, claro, compartilhar os resultados usando a hashtag #worldnutelladay.

O primeiro item da lista é “Faça uma receita com Nutella”. Well… É pra já! Separamos 16 receitas com esse creminho chocolatudo para você ter sempre à mão e criar maravilhas aí na cozinha de casa. Mas lembre-se de que vale  (muito) a pena aprender a fazer seu próprio creme de avelã em casa. A receita é infalível e o sabor da avelã com o chocolate é marcante. Confira a receita!

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Nutella pronta? Vamos às receitas!

1. TORTA FÁCIL DE NUTELLA NA TAMPA

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2. MINI NAKED CAKE DE CHOCOLATE COM NUTELLA

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3. TRUFA DE NUTELLA

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4. PÃO DE NUTELLA

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5. CREPE DE NUTELLA

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6. RABANADA DE NUTELLA

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7. BRIGADEIRO DE LEITE NINHO COM RECHEIO DE NUTELLA

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8. BOLO DE BANANA E NUTELLA

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9. CRÈME BRÛLÉE DE NUTELLA

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10. CUPCAKE DE NUTELLA

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11. FOLHADO DE NUTELLA

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12. DONUTS DE CHOCOLATE COM NUTELLA

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13. FRAPPUCCINO DE OREO E NUTELLA

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14. GELADINHO DE NUTELLA

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15. COOKIE DE NUTELLA

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16. BOLINHO DE ARROZ DOCE RECHEADO COM NUTELLA

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Difícil escolher só uma, hein? Pelo menos agora você já tem uma lista para ser cumprida sem exceções (e provavelmente será realizada em tempo recorde hahaha)!

Beijos lambuzados de chocolate, porque eu tô correndo pra cozinha neste exato momento.

História dos doces franceses

Publicado em:

A confeitaria francesa é tão cheia de detalhes e regras que não há uma pessoa sequer neste mundo (as generalizações são perigosas, eu sei, mas ah! O assunto em questão merece um carinho todo especial) que resista a um doce feito com tanta dedicação. Há séculos, reis, rainhas e nobres escondiam algumas das sobremesas desde post para que apenas eles pudessem desfrutar do momento único que é comer. Mas como o que é bom cai na boca do povo uma hora ou outra, aqui estamos nós, compartilhando receitas e lambendo os beiços de alegria por sempre experimentar algo diferente.

Além dos doces a seguir, existem inúmeros outros que completam a lista das criações francesas, mas escolhi contar um pouco da história desses por conta da série de receitas que a Dani fez no canal em novembro. Espero que gostem e bon appétit à tous!

sobremesas-francesas-ickfd-etsyEtsy – foto de capa: BP.Blogspot

CRÈME BRÛLÉE (lê-se crrrém brrruilê)

Dizem que a felicidade está nas coisas simples da vida e esta sobremesa comprova cada palavra dessa frase. Embora seja considerado francês, sua origem é um tanto incerta. O fato é que França, Espanha e Inglaterra disputam a honra de se vangloriar pela origem do creme de baunilha coberto por uma camada espelhada e crocante de açúcar queimado – delicado e inesquecível. Crème Brûlée, Crema Catalana e Burnt Cream são os diferentes nomes de um mesmo doce.

Quanto às evidências históricas, leva-se em consideração a primeira menção do creme, feito pelo chef francês François Massialot no livro “Le Nouveau Cuisinier Royal Et Bourgeois Ou Cuisinier Moderne”, em 1691. Quem será que teve a ideia primeiro?

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MILLE FEUILLE (lê-se míie fôie)

Cinco voltas cuidadosas numa massa recheada com manteiga, feitas cada uma a seu tempo certo de descanso entre um pincelar de farinha aqui, outro ali. As dobras feitas simetricamente vão se esticando, esticando, esticando até que a massa se torne tão fina quanto uma folha de papel. Na verdade, são muitas folhas; 729, para ser exata. O confeiteiro Antoine Carême (1784-1833), conhecido como “o chef dos reis e o rei dos chefs”, arredondou o número para mil e criou uma sobremesa que intercalava três camadas crocantes e duas de creme (simplesmente a combinação perfeita de texturas). O sucesso foi imediato.

A origem da massa folhada, porém, está mais para os lados da Grécia e Oriente Médio. Dizem que ela descende da Baklava, aquele docinho (incrível) feito com pasta de nozes, pistaches ou amêndoas, mel e massa folhada. Sinto que devemos gratidão eterna a quem quer que tenha tido a brilhante ideia de criar algo assim.

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TORTA MOUSSE DE LIMÃO COM CRÈME AU CITRON (lê-se crrrém ô citrrrôn)

O limão é muito utilizado na confeitaria francesa e, como vocês bem sabem, esse povo não resiste a um creme em qualquer preparação gastronômica, seja ela salgada ou doce. Há séculos, eles descobriram que o toque cítrico combina com açúcar e manteiga de um jeito especial. Voilà, nasceu o crème au citron. Outra paixão dos franceses são as tortas e mousses, portanto nesta receita ocorreu a união do útil ao agradável, do amanteigado ao azedinho cremoso. Que tal?

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ÉCLAIR (lê-se êclérr)

Surgiu no século XVI como uma novidade, digamos assim, às tradicionais “choux”, que costumavam ser recheadas com creme de confeiteiro e regadas com chocolate. Isso te lembra alguma coisa? Se você pensou em profiterólis, bingo! O confeiteiro Antoine Carême, o mesmo da massa folhada, inovou novamente ao dar um novo formato à patê à choux. Nasceu o éclair (conhecido assim apenas 20 anos depois da morte de Carême).

Aliás, atenção à ótima curiosidade sobre o nome, que pegou fama por conta de um slogan: “Et un bon éclair se dévore toujours en un éclair!” (E uma boa bomba se devora sempre num relâmpago!). O nome em português, de um jeito ou de outro, faz uma referência parecida. É sempre uma explosão de sabores, né? Essa, recheada de crème brûlée, então…

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MACARON (lê-se macarrôn)

Tem origem na Itália, onde os discos de merengue eram consumidos sem o recheio. Daí o nome “maccherone“, que significa “massa fina”. A responsável pela difusão desse biscoitinho divino foi a italiana Catarina de Médici, quando foi morar na França para se casar com o Duque D’Orleans, futuro rei. Tudo isso aconteceu no século XVI e a receita era mantida em segredo para que apenas a nobreza aproveitasse.

Conta a história que as primeiras francesas a produzir macarons foram as freiras do convento Saint-Sacrement. Somente após a revolução francesa, em 1789, o docinho passou a ser feito fora dos conventos. A versão final, como a gente conhece hoje, foi idealizada por Pierre Desfontaines (no século XIX), ninguém mais, ninguém menos do que o confeiteiro da famosa Ladurée, em Paris. Ele resolveu unir os dois disquinhos de merengue com recheios cremosos. Não é que deu muito certo?

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FRAISIER (lê-se frrrésiê)

Como explica a Larousse Gastronomique, o fraisier é composto de uma genoise (clássico bolo francês feito sem fermento – clique aqui para ver a receita do pavê de Sonho de Valsa que utiliza a genoise) embebida em Kirsch, bebida destilada a partir de cerejas negras. Por cima do bolo, uma quantidade generosa de creme mousseline e, como decoração, uma camada de marzipã no topo e morangos suculentos nas laterais. Quem popularizou a sobremesa foi Lenôtre, na década de 60, mas com um toque diferente; a genoise era verde, por conta do pistache. Foi batizado de Bagatelle, portanto é comum usar esse nome ao preparar um fraisier.

Nesta receita linda, a Dani optou por finalizar a sobremesa com uma camada de gelatina de morango. Que tal?

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E aí, você já tem um preferido? Beijocas e até a próxima!

Fontes: Paradis, Vivendo em Delícias, Food Timeline, Confraria do Barão de Gourmandise, Show Gourmet

Novo livro: “A receita da felicidade”

Publicado em:

livro-receita-da-felicidade-danielle-noce-ickfdLá vem a Dani Noce com mais uma surpresa de fazer derreter nossos corações. Tem livro novo sendo lançado, minha gente! Este é pequerrucho, todo colorido e cheio de inspirações para tornar nossos dias mais leves e doces.

“A Receita da Felicidade” é um livro que vai além das receitas (você vai lembrar de algumas delas assim que bater o olho na foto: do épico Devil’s Cake ao fofíssimo Bolo de Laranja) – a Dani compartilha com a gente dicas de beleza e moda, segredos das viagens realizadas em 2015 (não foram poucas! Quem ficou de olho nos vlogs sabe bem ;D) e muito mais.

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Tudo isso vem numa proposta interativa com o leitor. Algumas seções vêm em branco justamente para que você possa preencher o espaço com um pouco de você, tornando o livro algo único e compartilhado com a Dani. Lindo, né? “Agora me conte um pouco sobre o seu estilo”, “Qual o seu bolo de chocolate preferido? Escreva a receita aqui”, “Vamos fazer um brinde? Conte todas as coisas que lhe dão vontade de comemorar”, são alguns exemplos do que você vai ver nas páginas.

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Todas as fotos (maravilhosas) são do Paulo Cuenca, marido da Dani e vulgo Bigode, e mostram um pouco do dia a dia dessa vida bonita dos dois. Mal posso esperar para ter o meu livro em mãos! Tenho certeza de que você também está doida de vontade, mas espere só que tem mais coisa boa: a Dani vai fazer uma noite (ou melhor, várias noites) de autógrafo para o lançamento do livro “A Receita da Felicidade”,  exatamente como a do “Por Uma Vida Mais Doce”!

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Confira as datas e locais de lançamento:

SÃO PAULO – DIA 14/12 (segunda-feira) – Livraria Cultura do Conjunto Nacional, na Avenida Paulista a partir das 18h

CAMPINAS – DIA 17/12 (quinta-feira) – Livraria da Vila, Galleria Shopping, na Rodovia Dom Pedro I a partir das 18h

CURITIBA – DIA 22/12 (terça-feira) – Livraria da Vila, Shopping Pátio Batel, Av. do Batel a partir das 18h30

Quer comprar o livro antes? Tem na Saraiva e na Cultura! Neste vídeo, a Dani conta um pouquinho sobre os detalhes: